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Como ser forte mediante as lutas do dia-a-dia

As vezes nos pegamos reclamando da vida, da chuva que cai, do calor excessivo, do atraso do amigo. Quem nunca se pegou reclamando de algo banal? Na Bíblia temos muitos exemplos de cristãos que superaram qualquer tipo de luta com a ação do Senhor Jesus. E está muito enganado quem pensa que os testemunhos surpreendentes ficaram no passado. Ainda hoje existe cristãos que fazem de sua dor um motivo para exaltar a Jesus. Por meio do testemunho desse advogado podemos refletir que muitas das vezes o que achamos que é impossível é a especialidade do nosso Deus.

A canção “Sou Feliz” foi escrita no final de 1873, pelo advogado norte-americano Horátio Gates Spafford Junior. Dois anos antes, da autoria, um terrível incêndio atingiu toda a cidade de Chicago e destruiu a maior parte dos bens do advogado. Ele havia investido boa parte de seus recursos no mercado imobiliário e viu suas economias queimarem na maior tragédia vivida pela cidade norte-americana. Dois anos depois, ele ainda tentava se recuperar dos prejuízos e dedicava parte do tempo na reconstrução da cidade e ao apoio aos desabrigados.

Nessa época, ele decidiu viajar com a família para a Inglaterra. Devido a compromissos de última hora, ele decidiu que seguiria no próximo navio, deixando a família ir na frente. Na madrugada daquele dia, o Ville Du Havre chocou-se com outra embarcação e afundou, matando 226 pessoas. Entre os mortos estavam as quatro filhas do advogado cristão. Apenas 90 pessoas sobreviveram a tragédia, entre elas a esposa de Spafford.

Horatio tomou o primeiro navio rumo à Inglaterra e quando estava no meio mar, foi apontado o local do acidente sofrido pela família. Nesse momento ele teria escrito a letra de “Is Well  With My Soul” ( tudo bem com minha alma ), que foi traduzida como “ Sou feliz” no Brasil, gravada entre outros cantores, por Fernandinho:

Se paz a mais doce me deres gozar,

Se dor a mais forte sofrer,

Oh! Seja o que for,

Tu me fazes saber que feliz com Jesus.

Sou feliz com Jesus,

Sou feliz com Jesus, meu Senhor!

Embora me assalte o cruel Satanás

E ataque com vis tentações;

Oh! Certo eu estou, apesar de aflições,

Que feliz eu serei com Jesus!

Meu triste pecado por meu Salvador

Foi pago de um modo cabal;

Valeu-me o Senhor, oh! mercê sem igual!

Sou feliz graças dou a Jesus!

A vinda eu anseio do meu Salvador,

Em breve virá me levar

Ao céu onde vou para sempre morar

Com os remidos na luz do Senhor.

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Pode um instalador de gás virar juiz?

Por William Douglas

Nosso país tem muitos problemas, assim como muitas coisas boas, dentre as quais, hoje, realço a mobilidade social. Por mais difícil que seja, ela é possível. Recentemente vimos um ex-borracheiro virar magistrado no DF. Minha juíza substituta de alguns anos atrás era ex-moradora de favela e ex-empregada doméstica. Mulher e negra, saltou eras porque estamos no país dos concursos e das oportunidades, por mais difíceis que sejam. O Brasil tem, segundo pesquisa recente, 44% de sua elite vinda das classes mais economicamente desfavorecidas. Enfim, nosso país permite que as pessoas melhorem de vida. Anoto pensar que não deveria se exigir tanto heroísmo para isso, mas o fato é que temos mobilidade possível seja no empreendedorismo, seja na opção por se tornar servidor público.

Esta semana, ao fazer palestra comemorativa dos 45 anos do curso de Direito da Universidade Estácio de Sá, no Citibank Hall, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, tive uma alegria extraordinária. Após proferir palestra justamente sobre “as leis do sucesso”, e após duas horas de fila para autógrafos e fotos, fui surpreendido por um rapaz negro, alto, magro e bastante sorridente. Tiramos a tradicional foto de professor com aluno e ele me disse: “O senhor não se lembra de mim, mas fui eu quem fez a instalação de gás de sua casa”. Ele cortou meu encabulamento completando que estava fazendo o curso de Direito na Estácio de Sá por minha causa. Indaguei a razão e ele disse que após os serviços prestados eu o presenteei com um dos meus livros justamente sobre como ter sucesso em concursos. Resumindo a história, que me emociona: o livro foi dado em 2007 e hoje, 2015, o Washington está cursando Direito por causa daquele evento. Seu sonho é ser juiz e se continuar na estrada, não tenho dúvidas de que virá a sê-lo. Pedi a ele que me enviasse uma foto da dedicatória, que chegou hoje por e-mail e reproduzo a seguir.

“Para Washington, com a certeza do teu sucesso e os votos de paz e saúde do William Douglas (2007).”

Pensei em como será difícil para ele fazer bons cursos que lhe permitam ter sucesso nas provas, mas sei que este mês, através de iniciativa minha como militante da Educafro, e com a generosidade dos maiores cursos preparatórios para concursos do país, estaremos lançando um programa de mil bolsas integrais de estudo para tornar as cotas mais efetivas. Este instalador de gás que menciono terá acesso aos melhores cursos e a uma oportunidade real de virar o jogo.

Nesse passo, eu, que não tenho filiação partidária, agradeço ao PT, pois, apesar de todos os seus graves erros, foi o Partido que fez as cotas se tornarem realidade. E lamento que a ideia “Pátria Educadora” esteja sendo prejudicada por cortes na Educação. São rapazes como o Washington que podem ser os futuros juízes, médicos, engenheiros, cientistas etc. de que o país precisa. Não podemos perdê-los.

Quanto a mim, mais uma vez vejo a realidade do texto de sabedoria da Bíblia: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás” (Eclesiastes 11:1). Sim, tudo o que lançamos ao mundo voltará para nós, mesmo após esquecermos nossos atos. Essa é minha alegria pelas coisas boas que são feitas (inclusive pelos cursos que doaram as mil vagas), esse é meu consolo em relação aos corruptos que subtraem estradas, refinarias, escolas, hospitais, polícia e, em especial, um melhor presente e futuro para cada jovem sonhador deste país.

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O Poder das Palavras

“Visto que amou a maldição, ela lhe sobrevenha, e assim como não desejou a bênção, ela se afaste dele.
Assim como se vestiu de maldição, como sua roupa, assim penetre ela nas suas entranhas, como água, e em seus ossos como azeite.
Seja para ele como a roupa que o cobre, e como cinto que o cinja sempre.
Seja este o galardão dos meus contrários, da parte do SENHOR, e dos que falam mal contra a minha alma.”
Salmos 109:17-20

O Poder das Palavras

“Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo.
Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo.
Ora, nós pomos freio nas bocas dos cavalos, para que nos obedeçam; e conseguimos dirigir todo o seu corpo.
Vede também as naus que, sendo tão grandes, e levadas de impetuosos ventos, se viram com um bem pequeno leme para onde quer a vontade daquele que as governa.
Assim também a língua é um pequeno membro, e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia.
A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.
Porque toda a natureza, tanto de bestas feras como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana;
Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.
Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.
De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.
Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?
Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos? Assim tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce.”
Tiago 3:1-12

Houve uma mudança na minha vida quando resolvi mudar as minhas palavras. O meu ministério mudou quando percebei que, muitas vezes, minha boca era uma fonte de maldições.

Maldição é falar mal do que é bom. Precisamos tomar cuidado com o que falamos, se Deus disse que o casamento é uma bênção, eu não posso dizer que é uma desgraça. Isso seria contradizer a Palavra de Deus.

Alguns têm muitos medos e complexos no presente, por causa de palavras malditas no passado.

Quando garoto, meus pais se separaram, por essa razão, repeti de ano, me chamaram de burro na escola. Até que uma professora, a dona Riza me ajudou e disse que eu seria sim, alguém na vida. Aquela palavra me levantou, me deu motivação. No meio de 150 alunos, tornei-me o melhor e fui homenageado diante de todos.

Ao pesquisar sobre bênção e maldição durante todos esses anos, constatei que apenas 5% das pessoas reage ao contrário ao ouvir uma palavra negativa, 95% a absorve negativamente.

A bênção ocorre no mundo espiritual. A Palavra de Deus é bem superior às palavras dos homens. Ele abençoa!

É mais fácil falar mal, e quem não controla a própria língua, atrai maldição para si!

A palavra tem poder de abater e de levantar. Ela pode ser usada negativamente ou positivamente, é você que decide como usá-la.

Abençoe a sua família e tudo aquilo que você possui. Abençoe, não amaldiçoe!

Pastor Jorge Linhares

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Não fale palavras Torpes

Por Pr. Jorge Linhares

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.”
Efésios 5.29

Não fale palavras Torpes

É preferível falar errado, não ter uma conjugação verbal perfeita, não ser um erudito com as palavras, do que ser uma alguém que fala muito bem e usa a língua para ferir os outros.

Conheço pessoas que têm uma capacidade enorme de oratória e ao mesmo tempo usam a boca para ferir, para machucar.

Existem coisas que é preferível não falarmos para não ferirmos as pessoas. Precisamos entender que temos que usar a nossa boca para abençoar as pessoas.

Quando eu estava emagrecendo muito, devido a uma cirurgia que fiz, várias pessoas chegavam até a mim e falavam: “Nossa, você está emagrecendo muito, está parecendo um cadáver.”

Sou um pastor, tenho conhecimento da Palavra de Deus. Imagine alguém que está debilitado fisicamente, emocionalmente ouvindo uma coisa dessas!

A Bíblia diz para refrearmos a língua. Não podemos falar tudo que vem a nossa mente. 99% de problemas com casais estão intimamente ligados com a língua. “Ah, meu marido me chamou de fria” ou “ Minha esposa falou que não presto.”

Nossa vitória começará quando entendermos o valor das palavras. Um dos nomes de Jesus é “A Palavra” – todas as coisas que existem, o Senhor criou através da palavra. Podemos nos tornar matadores de sonhos, quando usamos a nossa boca para depreciar a conquista dos outros.

Imagine uma situação em que você vai viajar com a família, faz uma oração, pede a proteção de Deus e vai embora. No meio do caminho, um amigo que foi com vocês na viagem, começa a mostrar os caminhos nos quais ele já tinha visto acidentes terríveis. Um clima de opressão tomaria conta do ambiente – porque aquela pessoa usa sua boca para derrubar.

Maldição é maldizer, é praguejar! “Filho não presta, casamento não está com nada…”

Que Provérbios 25.11 seja uma verdade na nossa vida: “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.”

Quando alguém contar a você um problema, não é para você liberar palavras de desestímulo, de fraqueza, de derrota e sim para liberar palavras de edificação.

Eu não vou num CTI para emitir minha opinião, mas para dizer o que a Bíblia fala. Teologia não é achismo. Tome cuidado com o que você diz em determinados ambientes. A palavra de bênção anula a palavra de maldição. Mas quem não conhece a Palavra de Deus morre. “Prega a Palavra a tempo e a fora de tempo.” “Examinai as escrituras porque ela é o poder de Deus.”

Davi conhecia a Deus e a Sua Palavra, o gigante Golias não conhecia nem um nem outro. Sempre leia a Palavra de Deus, ela o fortalecerá e o instruirá para proferir palavras de vida! Deus tem me dado a graça para discernir as maçãs servidas por Deus e as maçãs servidas por satanás.

Quando Golias veio contra Davi o chamou de verme e disse que o mataria, mas Davi respondeu que ele é quem o mataria e cortaria sua cabeça. Por quê Davi falou isso? Porque ele conhecia o Senhor! Ele tinha intimidade com Deus e conhecia a Sua Palavra.

Nem sempre todas as coisas que profetizo para minha vida acontecem, mas nem por isso Deus deixa de ser Deus! A Palavra de Deus diz:

“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;

Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação.”
Habacuque 3:17-18

Estamos sujeitos a todo o tipo de mazelas – a chuva cai sobre justos e injustos, mas que da nossa boca satanás não ouça palavras de maldição! Se acontecer algum problema conosco, que não seja porque proferimos maldições, mas porque o Senhor permitiu!

Davi confiava em Deus! Ele sabia que a vitória dele não viria pela força de suas mãos, mas pelo poder do Senhor. O gigante tomou uma pedrada na testa, e ele caiu para frente – Deus derrubou o gigante!

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.”

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Música gospel brasileira atravessou a fronteira …

Estas últimas 3 semanas em especial, mas os últimos 2 meses como um todo, foram muito intensos e desgastantes para mim. Para ficar apenas entre o fim de abril e o início do mês de maio estive por uma semana em convenção na Cidade do Panamá às margens do Pacífico, depois passei por 2 dias numa maratona de divulgação em Porto Alegre e neste momento estou iniciando a produção deste texto a bordo de um jato Embraer com destino à capital norte americana da música, Nashville. Antes disso, passei 4 dias em Miami participando da Expolit, mais importante e tradicional evento do mercado cristão hispano que reúne mídias, gravadoras, livreiros, editoras, lideranças eclesiásticas, artistas e todo mundo que de alguma forma se envolve no desenvolvimento deste segmento.

brasileira atravessou a fronteira

E durante estes mais recentes dias pude ter contato com muitos profissionais e artistas do mercado hispano. Confesso que me surpreendi positivamente com a feira em si, pois nas últimas edições em que estive presente a sensação de desânimo entre os players do mercado era latente e tudo ali apontava para um futuro nada promissor. Então, dentro de um projeto que estou desenvolvendo para a região, estar na Expolit era algo bastante importante e estratégico, mas ao mesmo tempo, sem muitas expectativas. Eis que me deparo com uma feira bem animada, com um bom número de expositores, artistas e principalmente com um clima de que o pior já passou e que hoje estamos diante de um cenário bastante alvissareiro pela frente.

Nos 3 dias em que estive presente na feira em Miami conversei com profissionais de eventos, mídias, artistas e gente ligado à área musical e editorial. O clima de derrotismo de anos atrás parece ter ficado no retrovisor e todos apostavam de que um novo momento, especialmente para a música, está prestes a acontecer. Confesso que do ponto de vista artístico, não me enche os olhos (e principalmente os ouvidos!) a qualidade do que o mundo latino gospel vem apresentando nos últimos anos. Me parece, e aí não há qualquer sentimento de arrogância ou mesmo de xenofobia, de que a música gospel no Brasil está alguns anos à frente do que vem sendo produzido por nuestros hermanos. E aí, com muito cuidado, a cada conversa que tive com pessoas ligadas a esta área, fiz questão de trazer esta opinião pessoal até para poder provocar algum tipo de reação mais contundente. E em todos os casos a resposta foi de que realmente a música latina neste momento está carecendo de novos ares.

Especialmente numa conversa com um grande profissional da área de música e eventos ele me relatou sobre a dificuldade em fazer grandes concertos porque efetivamente há uma carência muito grande de novos artistas. O meio gospel latino ainda se restringe a poucos nomes de peso. A cada conversa sempre fiz questão de perguntar sobre quem seriam os grandes artistas do segmento e as respostas se repetiam numa monotonia de assustar – Marcos Witt, Danilo Montero, Jesus Adrian Romero, Alex Campos, Marco Barrientos e ficava por aí mesmo com mais um ou dois outros nomes pinçados com muito esforço. Ao longo destes dias procurei assistir a muitos concertos, principalmente de artista novos e confesso que não me entusiasmei muito com o que vi nestes dias, exceção para um grupo formado por irmãos argentinos que hoje residem em Miami e atendem pelo nome de Montreal. O som deles tem pop, adoração, música urbana e um pouco de ritmos latinos. Ainda precisam se desenvolver bastante em termos artísticos, mas me parecem talentosos e contam com uma boa equipe de apoio, o que já é uma diferença e tanto. Outra artista que me impressionou bastante foi Cristina D’Clario, uma jovem portoriquenha que hoje reside no Texas e que de todos que pude ver foi aquela que me causou uma excelente expectativa.

E em meio a tantos e tantos latinos, eis que me deparo pelos corredores da feira com André Valadão que estava por ali lançando oficialmente o projeto Fortaleza em Espanhol. No penúltimo dia de feira, AV acompanhado de uma competente banda local se apresentou para um bom público e ministrou com muita qualidade em cerca de 30 a 40 minutos de showcase. Por mais que os chatos e sem noção dos seguranças com seus fones de ouvido, paramentos e traquitanas mil, sentindo-se os próprios Clint Eastwood, querendo a todo custo impedir o público de pular, dançar e ficar mais perto do palco, a interação entre Valadão e o público foi total. Ali ficou ainda mais evidenciado para este humildes observador a diferença de nível entre o que alguns artistas brasileiros hoje se encontram e os demais artistas gospel latinos. Mesmo sem ainda ter controle total da língua, André Valadão cantou, ministrou, chamou o público para participar e fez todo mundo cantar junto algumas de suas canções.

Já na quinta-feira à noite, primeiro dia do evento, também tive a oportunidade de assistir à apresentação do cantor-pressão Thalles Roberto que da mesma forma que se destacou no Brasil de forma meteórica, me parece buscar o mesmo para o mercado latino. Em algumas revistas que tive acesso no evento me deparei com diversas entrevistas publicadas, fotos em materiais promocionais da feira e mesmo música tocando na principal FM de Miami (La Nueva), ou seja, o mineiro chegou com tudo ao mercado latino. No show, a mesma performance que o público brasileiro está acostumado a ver, muito gingado, muita intensidade, muita pressão, sonoridade diferenciada, carisma e como não poderia deixar de ser alguns decibéis além da conta pra manter a tradição. Assistindo a reação do público que mais uma vez veio até a frente do palco pra interagir de mais perto com o artista (sendo novamente rechaçados pelos Charlie Bronson fakes, seguranças chatos que só!!!) me parece que a receptividade por esta nova proposta sonora está em alta.

Também merece registro que tanto Thalles como André Valadão convidaram artistas latinos para participarem de seus discos de estréia no mercado hispano. Golaço! E me parece que estamos diante de um momento bem interessante para uma maior integração entre os artistas e a música brasileira com o continente latino que por muitos e muitos anos se mostrou como algo muito distante e por vezes desimportante para nós. Outro fato que merece registro é que Aline Barros continua absurdamente conhecida em todo o meio hispano. A cantora que foi a pioneira em iniciar uma carreira paralela para o mercado hispano (infelizmente tivemos um monte de artistas gravando em portunhol achando que só isso seria necessário para conquistar as Américas! Triste engano!), ainda hoje tem seu nome reconhecido na região. Já no primeiro dia em Miami pude ouvir na La Nueva FM uma música de Aline Barros sendo executada normalmente na programação.

Um dos meus trabalhos por estes dias foi apresentar para o maior número de pessoas, justamente o mais novo trabalho de Aline Barros e o primeiro disco em espanhol da turma do Trazendo a Arca. A receptividade ao projeto de Aline Barros foi tremenda e já nos próximos dias certamente teremos suas músicas sendo executadas nas FMs latinas. Já a respeito do disco do Trazendo a Arca, especialmente 3 profissionais de rádio puderam ouvir pessoalmente ao meu lado e todos, sem exceção destacaram a qualidade da produção, da pronúncia e principalmente das músicas. Me parece que a sonoridade mais congregacional deste disco tem tudo pra cair no gosto da região.

Particularmente sempre fui muito ressabiado (só pra manter um adjetivo bem polido, porque o certo seria usar algo um pouco mais intenso) quando ouvia determinados artistas declarando em alto e bom som de que Deus tem uma promessa de uma carreira internacional. “Ele me deu uma palavra de que eu iria levar sua Palavra aos 4 cantos da terra! Oh Glórias!” Só que depois destes dias e analisando alguns outros fatores importantes como a própria questão da distribuição que hoje é um problema menor em função do crescimento das plataformas digitais, já começo a ver com bons olhos uma maior expansão de artistas brasileiros cristãos rumo às Américas. Agora, é fundamental que este tipo de projeto seja levado com a devida responsabilidade e seriedade com que deve ser tratado.

✔ É fundamental ter o controle da língua hispana! Se você pretende desenvolver uma carreira no exterior, especialmente no mercado latino comece hoje mesmo a estudar! É engraçado como todo brasileiro acha que sabe falar naturalmente a língua espanhola como se fosse um celular com 2 chips já embutidos no DNA. Não! Não é simplesmente enrolar a língua e começar a falar português com milongas portenhas no melhor estilo “La Garantia Soy Yo”. Se você não pretende se dedicar em horas e horas de estudo, então é melhor ficar por aqui mesmo!

✔ Também é fundamental tempo dedicado ao projeto! Não dá para gravar um disco em espanhol, participar de uma Expolit e depois sumir do mapa dedicando sua agenda integralmente ao país. Conheço muitos artistas que seguiram esta “estratégia”e como era de se esperar não foram a lugar algum, ou melhor, foram sim, aproveitaram a passagem por Miami pra fazer umas comprinhas porque ningém é de ferro! Pelo menos a cada 4 meses ou até menos é fundamental que o artista esteja presente na região e aí é bom frisar também que mercado latino não é Ciudad de Leste no Paraguai ou Buenos Aires, Bariloche ou Santiago. São muitos países, muitas viagens, muitos eventos sem estrutura, muitos aeroportos diminutos, muitos eventos em que você será obrigado a dormir na casa do pastor e por aí vai … ou seja, é ralação, dedicação e foco!

✔ Ainda falando de agenda … não se engane! O valor dos cachês do mercado hispano (principalmente pra quem está começando na região) está longe de manter o mesmo nível do Brasil. Então se você pensa em desenvolver um ministério na América Latina pra passar a ganhar em dólar e aumentar seus ganhos, pode mudar de expectativas! Na região latina a agenda dos artistas gospel é 90% formada de apresentações em igrejas, congressos e uns poucos shows ingressados. Também vale ressaltar que não há praticamente em país algum da região, o mercado de shows para prefeituras.

✔ Não tenha dúvida, o caminho deve ser o mesmo do início da carreira no Brasil. Ou seja, muito tempo dedicado a entrevistas, promoção, viagens, assessoria de imprensa e transpiração. Não se ilude achando que sendo o tal no Brasil as portas se abrirão no mercado latino. Isso simplesmente não irá acontecer, nem mesmo para os artistas seculares. Então se você já está cansado, não tem disposição pra enfrentar toda a maratona do início de sua jornada no meio gospel de anos atrás, então é melhor manter-se na zona de conforto e deixar para curtir a região latina em períodos de vacaciones.

E seguindo nesta linha, uma das grandes diferenças do meio gospel brasileiro para o seu similar latino é de que as mídias são absurdamente receptivas aos artistas. Por lei nos EUA toda rádio é proibida de fazer qualquer contrato comercial para executar qualquer tipo de conteúdo musical. Quanta diferença não é mesmo?

E como já falei algumas linhas acima, o momento é mais favorável aos artistas brasileiros agora também pelo fato de que a internet e as novas tecnologias possibilitam um alcance maior, com menores custos de investimento e maior agilidade. Uma dica aos artistas que hoje estão neste novo desafio é para que invistam ao máximo em vídeos e conteúdo visual.

Já vou saindo de cena porque o piloto já avisou que estamos chegando em Nashville. Abraço a todos os 66 leitores e preparem-se porque a safra de novos textos está bem intensa!

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Autossabotagem: Cinco passos para romper o círculo

Se sabotagem “é o ato de impedir o pleno funcionamento de qualquer mecanismo” a autossabotagem seria a sabotagem atirada contra si. Em outras palavras é o que eu chamo de “tiro no pé”, ou seja: quando a própria pessoa age contra ela mesma. Mas como e por que isso acontece?

Autossabotagem

É simples: a pessoa, fazendo o oposto do que a Bíblia nos orienta a fazer para seguir Jesus (igual negar a si mesmo – Lc 9.23), se super valoriza e, consciente ou inconscientemente age contra ela mesma. Lança mão de mecanismos, estratégias, pessoas ou relacionamentos que comprovem a impossibilidade do seu sucesso.  Dessa forma, humanamente ela ratifica seu fracasso.

Falei consciente ou inconscientemente, porque esse processo de autossabotagem não acontece de forma fria e premeditada, mas paulatinamente e sem objetivar claramente o fracasso – ele é buscado de forma sutil e velada. Para romper esse ciclo vicioso é importante uma autoanálise e, caso a pessoa não seja capaz de administrá – La, a procura de ajuda profissional (psicólogo / terapeuta)

Humanamente falando, a pessoa se envolve a cada dia em verdadeiros redemoinhos, onde sua realidade contribui contra ela mesma.  Vale ressaltar que esta realidade só será mudada quando a pessoa resolver fazer um movimento de mudança – de dentro para fora. Contemplar sua realidade e lamentar-se pelas escolhas mal feitas jamais levará a lugar algum. O homem tem livre arbítrio. Ele é agente de sua história, ou seja: sendo responsável por suas ações, também é responsável por suas reações.  Entretanto, não se pode ignorar que essas reações são diretamente influenciadas por sua autoimagem, complexos, traumas, etc.

Espiritualmente

Espiritualmente, o autor da autossabotagem  apostata da fé, pois  propaga uma notícia tão falsa quanto absurda: a impossibilidade de Deus.  Isso tudo porque: como não há impossíveis para Deus, quem anuncia o contrário abriu mão dessa verdade…

Na prática, a autossabotagem só deixará de ser uma prática quando a pessoa decidir não alimentar mais atitudes que lhe agridam, ou seja: somente quando atentamos aos sinais de nossas relações e interações é que convergimos nossos atos a nosso favor. No corre – corre do dia a dia, no afã do sucesso, ouvimos mas não escutamos, vemos mas não enxergamos… O resultado é alimentar relações e sentimentos nocivos ao nosso bem estar.

Como romper esse circuito?

  1. a) Tomando atitudes que acrescentem;
  2. b) Desviando de pessoas que não nos merecem;
  3. c) Mantendo relações saudáveis;
  4. d) Cuidando de uma boa autoestima
  5. e) Vigiando e combatendo qualquer complexo

Como exemplo, gostaria de citar a parábola do filho pródigo – Lc 15.11-18. Ele fez uma escolha (errada), interagiu com pessoas (erradas) e na tentativa de ratificar que estava no caminho certo (errado) afundou-se na miséria e abandono. O insucesso chegou, ele passou por dificuldades, contemplou sua situação caótica e tomou a única decisão capaz de reverter seu quadro – tanto humana quanto espiritualmente falando – “Levantar-me-ei e irei ter com meu pai”… Trocando em miúdos: somente quando entendemos que estamos tomando atitudes erradas e desenhando nosso insucesso, e nos dispomos a assumir as consequências de nossas ações é que nos libertamos do fardo da autossabotagem e trilhamos nossa vida rumo a felicidade e ao sucesso (não circunstancialmente e num futuro imediato, pois percalços, erros e fracassos  sempre existirão) mas no decorrer da vida.

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Draconismo: o Cristianismo em xeque?

Na recente produção do estúdio de cinema Dream Works, Como treinar o seu dragão 2 (2014), continua a saga draconiana, com Soluço, Astrid e seus jovens amigos (agora com cinco anos a mais do que no primeiro filme, de 2009) interagindo com seus dragões individuais, especialmente o dragão e personagem-título Banguela (Toothless, na versão em inglês, Banguela é chamado de Desdentado em Portugal).

Draconismo

O dragão é treinado pelo jovem Soluço e, após uma batalha épica, ambos tornam-se heróis. No segundo filme, após inverter a cultura da cidade viking de Berk, ficcionalmente localizada no litoral do Mar do Norte e inicialmente antipática aos dragões, mas agora, totalmente entrosada com os nobres e carismáticos seres alados, a trupe integra as forças de defesa da cidade como um esquadrão aéreo de elite. Uma animação computadorizada próxima da perfeição, o longa-metragem estende a aventura até o heroísmo, numa exemplar sinergia entre as personagens em sua luta contra a tirania do vilão Drago, encantador de um enorme dragão-alfa, o qual controla todos os demais dragões. Na trama marcada por esforço coletivo e sacrifícios individuais, com a vitória dos habitantes de Berk, Banguela termina ocupando o posto de dragão-alfa.

Em que pese ser uma aventura cinematográfica muito bem produzida, com um enredo bem elaborado que caiu no gosto do público infanto-juvenil (e dos mais velhos também), a animação está recheada de elementos inspirados nas tradições nórdicas. A razão deste artigo é comentar a presença desses elementos, que sugerem, à semelhança de outras produções recentes, um discurso afinado de antemão para a draconisação do Ocidente.

Primeiramente, não é desconhecido que o cinema se tornou, nas últimas décadas, uma das principais formas de entretenimento do público ocidental, majoritária e nominalmente cristão. Esta parte da humanidade tem, entre seus valores tradicionais, certa antipatia pela mitologia pré-cristã, dentre os quais a noção de que dragões, enquanto seres míticos, representam o mal e são associados com o diabo. No Oriente, a figura do dragão oscila entre o bem e o mal, mas muitos há que o consideram portador de poderes benéficos e compatíveis com as forças construtivas da personalidade assim como da moralidade dos povos.

Assim, a ficção criada por Cressida Cowell (Londres, 15.04.1966) inspirou a Dream Works (em inglês, “fábrica de sonhos”) a dar forma a uma animação premiada que buscou significações nas tradições nórdicas pré-cristãs, em que seres míticos realçavam qualidades valorizadas pelos pagãos. Traços remanescentes dessa época aparecem em brasões da heráldica e bandeiras e nas ilustrações de antigos painéis e afrescos descobertos pela Arqueologia.

Em segundo lugar, o modo como os dragões passam a ser aceitos e admirados entre os habitantes da cidade idealizada na obra pode induzir à mudança de opinião acerca de seres que, embora míticos, representam para nós cristãos o avesso daquilo que é retratado no cinema. Haveria, subjacentemente, uma simpática sugestão à assimilação dessa simbologia pagã?

Sabemos que na Europa fervilham movimentos revisionistas da gênese e evolução cultural que legou à História um continente cristianizado ao longo dos séculos, berço das principais correntes filosóficas e expressões de fé que tanto influíram na formação de outros povos. Admitindo que a cultura não é isenta de transformação, não se pode ingenuamente acreditar que investimentos milionários da cultura sejam apenas inocentes entretenimentos sem desdobramentos. Temos, a priori, o conhecimento de que as artes em geral – com o cinema e a TV ultimamente – formam consciências e instilam mudanças paradigmáticas nos hábitos e valores do público.

Em terceiro lugar, é sabido que algumas formas de ocultismo, baseados em religião e filosofia pagãs, têm ressurgido sob novas formas, muitas dentro do revisionismo já citado. Por exemplo, noções de luciferação, draconismo ou gnosticismo ofita estão salpicadas em produções como a série de filmes de Harry Potter, baseada em livros de J.K Rowling, Anjos e demônios, do ficcionista Dan Brown, a série televisiva Crepúsculo, adaptação da obra de Stephenie Meyer por Melissa Rosenberg, entre outros. Do ponto de vista dos adeptos de certo movimento de cunho ocultista denominado draconismo (alusivo a dragão), ser um draconista não é, meramente, seguir a liderança do dragão (ou Lúcifer), considerado como um ser nobre e inteligente, cuja verdadeira natureza teria sido desmoralizada pelos cristãos ocidentais na evangelização dos povos que viviam sob a cultura pagã na Europa. Para os admiradores de Lúcifer (latim, lucem + ferre, “portador de luz”), que lhe ressaltam a nobreza, a sabedoria e boas intenções, o draconismo deriva diretamente desse personagem. Ele é mencionado na Bíblia, supostamente, como “Estrela da Manhã” ou “Estrela d’Alva” (Is 14.12-14), “antiga serpente”, “diabo”, “Satanás” (Ap 12.9; 20.2), enquanto Jesus Cristo é o “sol da justiça” (Ml 4.2), “luz do mundo” (Jo 8.12), “Senhor da glória” (1 Co 2.8).

Mas, unindo o conteúdo ocultista à tecnologia de cinema e TV, autores e produtores que enxergam na magia e símbolos pagãos alternativas carismáticas e rentáveis não hesitam em dispor disso como substituto ao sentimento cristão. Os resultados são avantajada bilheteria e altos índices de fidelidade dos telespectadores em escala planetária, com rios de dinheiro a remunerar tais empreendimentos. Mas não existem – ou são poucas – as pesquisas sobre o aumento da adesão a movimentos ocultistas, embora aqui e ali se conheçam algumas manifestações que se afirmam no gosto principalmente dos jovens, como o demonstram diferentes eventos, dentre os quais os festivais anime, convenções ou passeatas de seguidores de séries cult da TV, muitas vezes a caráter, em alusão ao estilo pop, e shows de horror punk, entre outros.

As instituições cristãs – sobretudo igrejas e famílias – devem estar atentas à dinâmica de esvaziamento que ocorre no Ocidente, para não serem surpreendidas por uma “virada” dos corações e mentes. As gerações mais novas estão sob o bombardeio contínuo de valores recuperados da cultura pagã e do ocultismo. Não se trata de pinçar essa ou aquela produção e tentar desenvolver “vacinas” antidragão, antivampiro, antiwicca, mas de prestar atenção à enxurrada cultural pop e propor valores e meios que resgatem o sentimento, princípios, símbolos e organizações afinados com o Cristianismo bíblico e transcendente.

 Por Luciano Vergara

 Pastor na Igreja Metodista. Graduado pelo Instituto Haggai (Cingapura, 2004).

Jornalista formado pela UFRJ, professor do Seminário Teológico Betel (RJ

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Silas Malafaia e membros de família do subúrbio carioca defendem valores tradicionais no programa “Na Moral”.

Programa “Na Moral” discutiu a exibição de cenas com alto teor
de sexualidade e a forma como são retratados os personagens ou casais homoafetivos na TV brasileira, durante os 50 anos da Rede Globo.

Silas Malafaia

A questão do “beijo gay” também foi incluída no debate, que contou com a participação do pastor Silas Malafaia, o apresentador Jô Soares, a desembargadora Maria Berenice Dias e o autor de novelas Silvio de Abreu.
O pastor, que preside a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, foi o único  que saiu em defesa dos valores tradicionais familiares, dentre os debatedores convidados. “Em nenhum país do mundo civilizado moderno, você tem em TV aberta, cenas de sexo explícito, em horário onde crianças possam estar vendo”, disse Malafaia.

A aposentada Solange de Carvalho, uma das representantes da família de telespectadores que estava participando do programa, informou sentir-se incomodada com as cenas explícitas de sexo. “Não faz meu gênero”, disse.

“Quando eles falam que a sociedade agora aceita, que sociedade é essa? Eu nunca ouvi ninguém falar que isso é muito legal. Que sociedade é essa que está dizendo aí que é legal mostrar mulher com mulher e homem com homem?”, disse Paula, também integrante da família Carvalho.

Sílvio de Abreu interrompeu várias vezes o pastor, e chegou a dizer que ele estava “exagerando”, enquanto respondia a pergunta do apresentador Pedro Bial.

Após o debate o pastor Silas Malafaia comentou nas redes sociais “A mediocridade daqueles que não tem argumentos,é xingar,caluniar,ofender e vai por aí a fora.Não adianta chorar,arrumem um outro na moral kk”.

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Depilação e Rotinas de Beleza

Uma das coisas que dá sentido de permanência e estrutura a pessoa é justamente a rotina de se cuidar.

Quando eu tenho tempo e disposição de me submeter aos meus cuidados do corpo, sei que está tudo bem.

Eu tenho a rotina semanal de me depilar e fazer as sobrancelhas. Assim, eu estou sempre com meus pelos bem cuidados e as unhas também. Dá um aspecto muito bom, saudável e elegante.

Já expliquei em outro post como faço as sobrancelhas e por isso elas estão sempre arrumadas.

Em relação à depilação, experimentei vários métodos e o que escolhi e que ficou melhor para mim é o uso de depilador elétrico. Eu uso o Satinelle Massagem da Phillips toda semana.

Uso nas pernas, nas virilhas e nas axilas.

Como toda semana eu já retiro os pelos excessivos que mal começam a apontar, estou sempre depilada.

Outros métodos às vezes nos fazem esperar até mais de um mês para nova depilação e enquanto isso, ficam aqueles pelinhos crescendo e acho muito feio.

Depilando toda semana, os pelos são mínimos e o que não saiu uma semana, sai na outra.

Depois de depilar, eu hidrato a região que passei o depilador para cuidar da pele.

Então, eu faço o acabamento dos pelos pubianos com uma tesoura e mantenho tudo bem cuidado.

Raramente uso gilete para raspar. A gilete faz os pelos crescerem logo e daí precisa fazer retoques a cada dois dias.

Não uso depilação com cera porque eu percebo que fere os vasinhos da pele mais superficial. Não acho saudável e os vasinhos tendem a estourar.

Nunca usei cremes depilatórios porque provavelmente vou ter alergia a eles.

Bem, espero que aproveitem minha experiência.

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Gotham City: onde são formados herói e vilões

Batman é um herói da DC Comics, que está na tríade de heróis mais importante da referida editora, ao seu lado estão: Superman e Mulher-Maravilha. Ao longo de 75 anos, Batman conquista cada vez mais fãs e isso tem um motivo: ele é humano. E esse fato faz com que os seus leitores se identifiquem com o mesmo. Sem super-poderes, com um temperamento forte, com seus defeitos e qualidades, o mesmo enfrenta os vilões, se arriscando para manter a ordem em Gotham.

Gotham City: onde são formados herói e vilões

Antes de se tornar Batman o jovem era apenas um órfão e milionário chamado Bruce Wayne. Foi preciso uma longa trajetória para o menino Bruce para se tornar o Batman. Não se pode negar que o mesmo teve de enfrentar os próprios medos para então se tornar o tão sombrio herói. Mas, uma coisa é certa quando se pronuncia o nome “Batman”, logo pensamos em Gotham City.

A história do herói está entrelaçada com a da cidade sombria. E quando se diz sombria não estou me referindo tão somente as características físicas da cidade, com a ausência do verde, a presença de tons cinza e a predominância da cor preta, mas a questão da criminalidade. E essa criminalidade fez com que não só o menino Bruce perdesse os pais, mas também que a jovem Selina (Mulher-Gato) vivesse nas ruas e que Cobblepot (Pingüim) tivesse que se adaptar a toda essa vida atormentada de Gotham.

Logo, quando se fala em Batman automaticamente se pensa em Gotham City. Antes de existir o mundo do Batman, como nós leitores conhecemos, sempre existiu Gotham e é nisso que o seriado “Gotham” da FOX nos apresenta: a cidade tal como ela é! Nada de amenizações no roteiro, a série de televisão nos leva cada vez mais fundo nas entranhas da cidade, para vermos o que ela faz com qualquer individuo.

Em Gotham vemos Selina e Bruce ainda jovens; Alfred assumindo o papel de pais de Bruce (mas claro, sem fraquejar, sem bajular o menino orfão, pelo contrário é Alfred que faz com que Bruce lute contra os medos e o ensina lutar); Gordon recém-promovido e com sede de justiça pela cidade, não se rendendo para corrupção e trabalhando duro para solucionar o caso de assassinato dos Wayne; Cobblepot se tornando o Pinguim, o mesmo dando o seu jeito para se manter vivo e vir a “ganhar” o jogo entre os mafiosos… entre outros personagens.

A série teve sua estreia em 22 de setembro de 2014 e já alcançou uma popularidade entre os fãs de Batman, consagrando assim, dentro da cultura pop. De fato a série é muito bem trabalhada e consegue prender a atenção daqueles que param para assisti-la. Em próximos posts serão apresentadas as análises dos personagens.

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