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Teólogo é uma atração a mais no BBB, para crentes e não crentes

Quinze anos do maior reality show do Brasil. O Big Brother, um dos formatos mais populares do estilo de programa, onde a curiosidade é o mote escondido por trás da porta, espantosamente ainda é atraente para seu público, embora em outros países já tenha sido descontinuado ou perdido o glamour das primeiras edições.

Ainda apresentado pelo jornalista (hã?) Pedro Bial, cujo o salário divulgado no site msn.com é de 3 milhões de reais (por temporada), a atração televisiva ‘invade’a casa dos brasileiros durante o verão e depois revela os ‘heróis da casa’. Depois do fim, vencedores e derrotados assumem durante suas vidas, o sobrenome de ex-bbbs, um orgulho para os que foram capazes de ficar algum tempo em uma belíssima moradia com comida, homens e mulheres atraentes, piscina, uma mini-academia, bons quartos, festas. Muitas festas. Fora as muitas surpresas.

Se você é um preconceituoso, o BBB já até fez com que um ex-vencedor virasse deputado federal. O professor de Lingua Portuguesa, Jean Wyllis, é parlamentar dos mais aguerridos e está em seu segundo mandato. Foi o sobrevivente da edição de 2005. Nos últimos anos tem travado uma batalha defendendo causas que envolvem a sociedade GLBT, sendo ele um dos alvos do pr. Silas Malafaia, seja por discurso, atitude ou mesmo uma birra de proporção continental.

Como Acompanhar o BBB

Bom para ter uma opinião sobre o programa da rede globo precisa assistir não é?

Mais não gosto da globo com vou ter esses canais sem assinar com eles,
Bom te o sistema alternativo que em alguns fóruns falam sobre eles o primeiro é a lista iptv, nesse sistema é pago um valor mensal e tem acesso a todos canais inclusive o BBB, ele funciona até pelo celular fácil não é?

Pois na edição 2019 que estreou ontem (20.01) na Rede Globo teremos a oportunidade de vermos um teólogo entre os participantes. Sim, o ex-jogador (e campeão) de pôquer, Marco, um curitibano de 35 anos, estará entre os que lutarão pelo prêmio de R$ 1,5 milhão de reais. Casado, foi na fé que Marco encontrou refúgio para o ‘vazio existencial’ que dominou sua vida enquanto estava pelas mesas do mundo, ganhando grana e se divertindo.

Agora precisa de um sistema mais em conta tem o sistema cs que funciona de forma complicada só que é melhor. precisa de uma antena apontada e um internet estavel assim pode pedir um teste cs gratis do sistema e testar por 24 horas antes de pagar qualquer coisa.

Não sei se o vil metal falou mais alto ou a oportunidade de conferir alguma peculiaridade ao programa fez com que o ‘homem que estuda Deus’ acesse uma das mais atraentes aberrações da televisão brasileira, mas em um momento em que o papel da religião é discutido por conta do grau de ofensividade milenar que continua ceifando vidas através do ódio e da intolerância, é curioso que (mais um) produto do entretenimento continue sendo tentador  para aquele que estabeleceu – segundo suas próprias palavras – uma ligação com o divino pois o “foco no dinheiro estava ocupando espaço”. Quase dois milhões e meio ocupa muito mais, não?

O cristianismo brasileiro flerta faz algum tempo com uma espécie de sincretismo comportamental onde a atuação de quem deflagra a fé ou alguma confissão religiosa não tem relação alguma com sua proposta de vida, ou melhor, com a vida que ele supõe levar. Em outras maldosas palavras, é como se um apóstolo de Jesus aceitasse o convite para conhecer uma nova boate cujo o nome é Sodoma e Gomorra e não apenas confirmasse a presença mas se tornasse um dos mais assíduos. Por isso, temos atrizes pornôs, miss bumbum, destaques carnavalescos, capas de revistas masculinas, todas com seus discursos de “agradecimento a Deus” e retórica irrestrita de quem se diz evangélico(a). Uma torre de Babel onde as línguas não confundem, mas o modelo de testemunho, sim.

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Igrejas usam artistas como outdoors de pescaria, sem antes discipliná-los

Nos idos dos anos 80, eles eram conhecidos como os “Bíblias” ou, de uma maneira mais xiita, de “Fanáticos”. Os crentes nunca tiveram boa fama no Brasil. Sempre foram vistos como bitolados, alienados, quando não havia pudor de usar expressões e rimas mais fortes para tirar um sarro de quem se dizia evangélico.

Igrejas usam artistas como outdoors de pescaria, sem antes discipliná-los

Junto com a “década perdida” estavam todos preceitos que mudaram através do tempo: crente não bebia, não ouvia música do mundo, não ia ao cinema, não jogava bola aos domingos e “não se sentava na roda dos escarnecedores”. Com proibições de cunho social, era difícil convencer alguém que ser de Jesus era uma escolha óbvia para um mundo perdido. Todas estas castrações surgiam como impedimento para aqueles que não estavam felizes, mas se sentiriam menos ainda, quando descobriam que transar antes do casamento era pecado e que a cervejinha do fim de tarde deveria ser trocado por algum culto de doutrina ou alguma reunião de oração.

Passados 30 anos e cada vez mais sumidos os tipos mais ortodoxos daqueles que se dizem cristãos, a confissão pelo novo e vivo caminho se tornou uma tendência, não nas camadas menos favorecidas, mas entre sub-celebridades. Em território tupiniquim, figuras que ganharam a fama de um jeito pouco convencional, passados os 15 minutos de fama, tentam perpetuar o bônus do sucesso através de uma conversão que não possui qualquer tipo de relação com a discrição ou mesmo com uma vida em que a missão maior é contar o que Jesus fez em sua vida.

Lá nos mesmos dos anos 80, quando bandidos que assolavam a Cidade Maravilhosa se converteram nas penitenciárias federais, muita gente desdenhava do processo de transformação destes homens. “Estão apenas conseguindo uma forma de terem suas penas amenizadas diante da sociedade”. Era assim que o senso comum julgava e condenava as experiências dessa turma, além do trabalho genuíno dos grupos de evangelismo nas profundas e mais abissais carceragens brasileiras.

Diferente do que ocorreu nos anos 90, década seguinte, quando as igrejas neopentecostais (e foram muito criticadas por isso) utilizavam o testemunho destes e de outros como outdoors de pescaria; nestes tempos percebe-se que há um clamor genuíno que sai dos bueiros brilhosos da fama; pessoas que gritam por socorro e que muitas vezes assistimos um reality macabro que conta com todos os ingredientes que conhecemos: muitas drogas, muito sexo e toda a morte possível. Vide Amy Winehouse e Whitney Houston, só para contar pouquíssimos exemplos.

Incomoda o silêncio da sociedade cristã no debate sobre o movimento das marés de conversão, ao mesmo tempo em que parece não se chatear com qualquer tipo de testemunho, mesmo que ele seja apenas um jeito de fazer com o que os cultos estejam cheios, o que faz a gente pensar quais seriam as motivações por trás de um movimento gospel que aceita, sem qualquer tipo de crítica ou censura,  gente que dá testemunho sobre o que “Jesus fez” e ao mesmo tempo posa nua em revistas masculinas para milhares de leitores. Sempre usando o argumento tolo de que “julgar é pecado”.

É como se a propaganda (legítima ou não), contribuísse para o aumento das estatísticas dos crentes no Brasil e isso fosse de fato o índice mais importante na luta das pessoas de bem realmente convertidas ao Cristianismo, quando sabemos que a relevância do evangelho se dá quando a sociedade sente-se impactada pela mensagem das Boas Novas. Qual é o tipo de assombro que uma confissão por Cristo causa se o velho homem ainda mantém seus hábitos?

A instituição não repensa seus atuais valores e sua membresia – cada dia mais passiva – utiliza-se de um comportamento etnocêntrico para avaliar o que tange seu próprio universo: “Se converteu? Glória Deus, hoje há festa no céu” e o que acontece durante e depois, não se sente no dever de se pronunciar ou não. Se a indolência fosse mantida para assuntos deste cunho, tudo bem. O problema é que o silêncio eclesiástico é tão profundo que não consegue abalar as estruturas com o bolor da sua própria história, que dirá invadir as portas do inferno.

Daniel da Costa Junior

Igrejas usam artistas como outdoors de pescaria, sem antes discipliná-los – visão geral

Resumo: Incomoda o silêncio da sociedade cristã no debate sobre o movimento das marés de conversão, ao mesmo tempo em que parece não se chatear com qualquer tipo de testemunho, mesmo que ele seja apenas um jeito de fazer com o que os cultos estejam cheios, o que faz a gente pensar quais seriam as motivações por trás de um movimento gospel que aceita, sem qualquer tipo de crítica ou censura, gente que dá testemunho sobre o que “Jesus fez” e ao mesmo tempo posa nua em revistas masculinas para milhares de leitores. Sempre usando o argumento tolo de que “julgar é pecado”.

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R.R. Soares renegocia horário na Band

R.R. Soares renegociará horário na Band

Assim os mais velhos expressavam-se quando eram insultados por uma afronta cujo o calibre fosse desmedido, um disparate, uma desonra. Não dá para encarar de outra maneira os números da recente coluna do blogueiro Ricardo Feltrin. Comentando o ajuste de contas que a Rede Bandeirantes está fazendo em seus cofres, Feltrin fala que a Band renegociará com a Igreja Internacional da Graça de Deus, sob o comando de R.R. Soares, o horário nobre cedido ao pastor. Ainda segundo a coluna, a igreja paga módicos nove milhões de reais mensais e os executivos do canal paulista estariam dispostos a elevar estes números para 11 milhões.

Sempre quando o debate evoca o caráter dos pastores eletrônicos (termo cunhado dos anos 70 quando a febre do evangelismo chegou à TV), o capixaba radicado em São Paulo é o menos criticado. Seu jeito água com salsicha de ser, com a ética rasteira e bobalhona, faz com que sua forma de evangelizar ganhe adeptos não apenas pelos milagres, como também pelo jeito matuto de fazer TV e culto. Suas cerimônias povoadas por pessoas de terceira idade, é um festival de curas de problema na coluna, muito recorrente aos que tanto trabalharam neste país e que hoje sentem os reflexos da labuta. No entanto, pela ingenuidade e doce ignorância da sua membresia, bicos de papagaio, artrose, artrites e problemas circulatórios, acabam se tornando os protagonistas da novela da vida real. Com seus sorrisos amarelos e com uma esperança cansada, os crentes que aparecem em seus programas transferem uma alegria tão fake, que fica difícil entender porque R.R. ainda possui alguma credibilidade junto aos seus.

Os métodos discutíveis, a hermenêutica de loja de 1 real e o lançamento de artistas pela Graça Music, fazem parte desta moldura impiedosamente religiosa e pouco evangelística, porque do Bom Pastor só se fala das curas e pouco da vida. Decepcionante para quem busca um pouco mais de profundidade, é um desaforo e uma ofensa de marca maior, saber que uma igreja paga quase 10 milhões de reais para ocupar um espaço na TV a título de boas novas. Em plena era de quebra na economia brasileira existem empresas que não possuem 10% deste orçamento para investirem, por exemplo, na busca desenfreada da indústria farmacêutica para cura de doenças que ainda perseguem a raça humana. Empresários, arrochados pela pressão tributária infernal, não dispõem de capital limpo para investirem em empregos ou em cursos de formação de especialização de seu casting. Inúmeros grupos de assistência e ajuda na recuperação de marginalizados da sociedade, precisam mendigar a ajuda de pequenos empresários ou cidadãos, para manterem os trabalhos sociais sérios que vão, sem qualquer publicidade, tentando diminuir os índices de gente jogada na sarjeta pelos mais diversos vícios.

Minha cidade não pega Band local e agora?

Bom se não tiver como assistir a o seu canal por antena normal, recomendo usar o sistema de antena via satelite, aquelas que pode ser vistas nas casas com a marca da SKY ou CLARO, se apontar uma antena dessas na para o ceu e possuir um receptor compatível com servidor cs assim pode assistir o culto do R.R. Soares

Portanto, se nosso azulado (ele vive de terno azul como se fosse o Roberto Carlos) pastor renovar o contrato com a Band, ratifica-se de vez a condição de que muita gente que carimba o selo de evangélico ainda não entendeu – e nem quer entender – o papel do dinheiro no Reino de Deus. A desculpa esfarrapada de que na TV está “alcançando milhões de almas”, pode até ser ridiculamente verdade, mas em nenhum momento, justifica que em um país miserável e carente de benevolência, alguém pague para uma empresa privada uma quantia exorbitante para colocar um programa de meia-tigela na TV.

Aqui cabe a pergunta de Judas Iscariotes, naquele contexto infeliz, mas neste, apropriado: “Por que não se vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres?”  – João 12:4

vai ter tudo os canais inclusivo os canais religiosos que vimos no post anterior

“As opiniões e informações passadas pelos colunistas do portal de notícias Fast News Gospel são de responsabilidade dos mesmos. Não sendo necessariamente as mesmas do portal. Acreditamos e respeitamos a liberdade de expressão de cada colaborador”.

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OS CAREQUINHAS CONTRA O CÂNCER

Quem não se deparou nos últimos meses, em algum canal de comunicação, seja ele rede social, na TV ou até mesmo jornais semanais, com algum personagem de desenhos animados carequinha? Mais uma vez os quadrinhos se destacam, e o melhor, em situações atípicas para ajudar crianças. Grandes personagens conhecidos pelo grande público saem de suas histórias e características tradicionais, e juntos participam da campanha contra o câncer infantil, organizada pela GRAACC – Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, com apoio de alguns desenhistas renomados do país, como: Mauricio de Souza (Turma da Monica); Ziraldo (Menino Maluquinho); Carlos Saldanha (Era do Gelo) entre outros.

OS CAREQUINHAS

O intuito da campanha é conscientizar sobre o preconceito que existe com as crianças em tratamento contra a doença, bem como ajudar na melhora da auto-estima delas. Para isso, graças ao apoio dos escritores/criadores/cartunistas, os personagens aparecem com a cabeça raspada, em vídeos e histórias, sempre ressaltando que “criança com câncer tem que curtir a infância, como qualquer outra criança.”

A aceitação, respeito e popularidade da campanha, tanto para pacientes quanto para o grande público foi extremamente favorável, considerando que segundo dados, 120 milhões de pessoas foram impactadas, incluindo a presidente do país, vídeos com relatos de crianças lutando contra o câncer vendo seus personagens carecas mostram a “normalidade” delas, com gestos e olhares emocionados de familiares e pessoas que acompanham esta realidade.

Veja o vídeo abaixo e prepare-se para emoções fortes.

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A Perfeição é a Doença da Nação

Com a chegada do verão e desfiles de moda é aflorada em uma grande parte da população, a preocupação é com o corpo, época em que as academias ficam lotadas por clientes que querem milagres de um verão em busca do corpo perfeito. E em pouco tempo percebem que a academia e a alimentação saudável levam mais tempo para chegar ao corpo desejado, ai partem para os tratamentos estéticos em clínicas e remédios para emagrecer ou ganhar massa mais rápido.

É comum ver em jornais, matérias de meninas que em busca do corpo perfeito procuram métodos clandestinos ou mesmo abusam de tratamentos clínicos e acabam por obter resultados nada agradáveis ou até mesmo a morte.

No ano de 2014 muitos holofotes focaram para a cantora Beyoncé Knowles; um ano de grandes conquistas para ela como sempre, considerada por muitos como uma “diva”, pois é uma mulher como muitas outras, que faz muita coisa: casada, tem uma filha, é cantora, dançarina, compositora, coreógrafa, produtora, atriz entre outras habilidades, além de estar engajada em varias ações sociais e ter uma história de vida de muita luta e esforço para ter chegado onde esta atualmente e ter obtido reconhecimento internacional. No entanto, o destaque deste artigo vem direcionado mais em especifico para a mensagem que Beyoncé passou em sua musica “Pretty Hurts” lançada em 2014.

A Perfeição é a Doença da Nação

Pretty Hurts (“A Beleza Machuca”) traz a mensagem que como o próprio título da música diz que a beleza machuca, fazendo uma crítica a ditadura da estética no universo das passarelas. No clipe, ela mostra o universo das modelos e a difícil aspiração de se tornar “miss”, um cenário de forte disputa e descontrole emocional, que para chegar à forma necessária induziam o próprio vômito ou tomavam remédios, parecendo estar claro na letra e principalmente no clipe que muitas sofriam de anorexia ou bulimia. A letra mostra trechos de como seria uma “beleza padrão” imposta pela sociedade.

“Cabelo loiro, seios pequenos

A TV diz que quanto maior, melhor

Praia do Sul, sem açúcar

A moda diz

Que mais magra é melhor”.

Mostrando que são através dos meios de comunicação, principalmente os televisivos que os estereótipos de beleza são expostos, com a intuição de fazer a grande massa que assiste a querer ter aquele padrão de corpo.

Logo, segundo Pretty Hurts “a perfeição é a doença da nação” e “evidenciamos o que temos de pior…. tente reparar algo… mas você não pode reparar o que não consegue ver… é a alma que precisa de cirurgia”.

A Perfeição e a Doença

Muitos questionaram se a própria Beyoncé estaria sofrendo por representar um símbolo de mulher perfeita e ter que sustentá-lo estaria sendo difícil; ou apenas tentando passar para as mulheres que a beleza esta nos olhos de quem vê, e que o problema de uma maioria da nação está na alma e não no corpo. A resposta é incerta, mas a mensagem é explicita.

Outras cantoras chamaram a atenção criticando também os padrões de beleza, como Colbie Caillat que na musica “Try” (Tentar) composta por ela mesma, lançada em junho de 2014; vem com uma letra totalmente reflexiva. Colbie vinha achando muito abusivo o uso de photoshop em suas fotos, chegando a nem reconhecer-se nas fotos, por isto, resolveu escrever Try para exteriorizar que não é preciso o uso de muita maquiagem, photoshop, gastar fortunas para tentar gostar ou fazer com que os “outros” gostem de si. Colbie escreveu que “Você não precisa se esforçar tanto… não precisa entregar tudo…apenas precisa se levantar… você não precisa mudar nada… não precisa tentar”. Ela mostra que é preciso só tentar gostar de si mesma.

Assim como Colbie, Meghan Trainor uma jovem cantora que ficou conhecida em 2014 por ter lançado a musica “All about that bass” (Sou mais um corpo violão), que vem uma proposta diferente de Bey e Colbie; Meghan na letra faz uma sátira as “Barbie siliconadas” e “magrelas”, dizendo que prefere um corpo violão do que um tipo “flauta”, Meghan em sua musica vai na defesa das “gordas”, falando que “sei que você se acha gorda…mas estou aqui para te dizer que…cada pedacinho de você é perfeito, lá de baixo até o topo”. Fica claro que Meghan mostra em sua letra sua aceitação com seu corpo.

Esta crítica aos padrões de beleza, tomaram muita notoriedade em 2014, porém este movimento contra a tentativa de chegar à perfeição não é novo. No mundo da música Demi Lovato com “Believe in me”, Pink com “Stup girls”, Christina Aguilera com “Beautiful”, Lily Allen com “The fear” e entre outros já apresentaram em suas letras aversão ao estereótipo de beleza.

Vale ressaltar Demi Lovato, que sofreu por esta busca incontrolável em ser magra, desde cedo ainda criança na escola diz ter sofrido bullying e ter sido chamada de gorda, em 2008 Demi lança a musica “Believe in me” (Acreditar em mim), expressando na música que “…todos são perfeitos de formas diferentes”, contudo mais tarde aos 18 anos Demi decidiu se internar por sofrer de distúrbios alimentares e automutilação. Posteriormente após ter se recuperado e sair da clinica de reabilitação, lança em 2011 a musica “Skyscraper” (Arranha-céu), pois se identificou com a letra que falava de recuperação e superação, “Eu vou me levantar do chão… como um arranha-céu”. Após ter superado seus problemas tatuou em seus pulsos as palavras “Stay” e “Strong” ((Fique Forte/Permaneça Forte), como um lema ou motivação para a vida, escrevendo também um livro autobiográfico com 365 insights de reflexões e objetivos. Além de participar de ações humanitáriaspelo mundo.

Foto e mensagem postada por Demi Lovato em sua rede social no Instagram, onde ele diz que esta imagem faz senti-la emoções mistas. Na primeira imagem ela diz que se sentia pesada e gorda, até pediu para que seu vestido fosse mais achatado, hoje vê claramente seus ossos do quadril, o que a deixou triste por ter desperdiçado tantos anos de sua vida por ter vergonha de seu corpo…agora se sente feliz olhando para ela de vestido vermelho éter tido o apoio de quem ela ama. Termina dizendo que “nunca se esqueça que ficar forte vale a pena ”

Como o intuito aqui foi uma autorreflexão, a música pode mostrar este universo da ditadura da moda/beleza que a cada dia vem afetando um número maior de pessoas com seus padrões “milimetricamente perfeitos” que muitos buscam, como diz Beyoncé “a perfeição é a doença da nação”.

E as questões são: “Você goste de si?”, “Você está feliz consigo mesma?”, “Qual é a sua aspiração na vida?”.

Espero que as respostas sejam SIM, pois é preciso viver e fazer o certo apenas para você, e não viver para os outros ou como eles acham que deve ser viver. Afinal só temos uma vida, e ela deve ser vivida do jeito que você quiser. Como dizia Fernanda Estellita “E sempre vai ter gente querendo te menosprezar, te apagar, te diminuir. Não retruque, apenas, brilhe mais!”.

“A aparência pode até fazer diferença, mas ela não é nada perto da beleza que vem do coração.” (Garota Intensa)

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Moda e Santidade, o que isto tem a ver comigo?

A blogueira Mari Raugust do Passarela Estreita é uma cristã cheia de estilo que divide em seu blog experiências sobre Moda e ainda muita coisa da vida de uma jovem. E por conta das ideias compartilhadas e do engajamento com o mundo da Moda, sem deixar de lado a fé, que Mari é convidada para ministrar palestras sobre o assunto.

Partindo de um convite para falar para jovens em um acampamento em Santa Maria (interior do RS) Mari escreveu o texto abaixo, que com autorização dela, o portal Fast News Gospel vai compartilhar com nossos leitores.

No encontro começamos a conversar melhor sobre o que seria bacana para uma mulher/garota de Deus usar. Como vocês já sabem muito bem sou super tranquila neste assunto e tento ser zero religião. Meu foco é compartilhar uma revelação que Deus tem me dado e a muitas outras cristãs, a de que não podemos usar tu-do o que está na moda e muitos menos nos deixarmos influenciar pelo que o mundo “diz” que devemos vestir.

Moda e Santidade e agora?

Talvez você pense diferente e tenha bons argumentos para isto, mas esta é a visão que o Senhor tem me dado e que testifica no coração de muitas pessoas, por isso sigo debaixo dessa direção. Como volta e meia a gente acaba falando deste assunto no blog eu achei que vocês iriam gostar de ler um pouco daquilo que falei para as meninas no acampamento. Eu não sei se algum dia cheguei a escrever detalhadamente sobre isto mas, de qualquer forma, fica um reforço até para quem estava na palestra e quer retomar o que foi dito. Tenho recebido muitas mensagens de meninas e até mesmo mães de adolescentes agradecendo sobre este tipo de abordagem que faço no Passarela.

“Meu corpo, meu lugar sagrado” (Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?) 1 Coríntios 6:19.

Moda e Santidade

Esta semana minha irmã comentou comigo sobre uma frase que achou muito impactante. Uma blogueira fitness, que aparentemente não é cristã, disse a seguinte frase “as pessoas querem que eu mostre o meu corpo, mas eu não o farei, pois, este é o meu templo, minha intimidade e eu quero guardá-la para mim”. Ponto para ela! Quanta sabedoria e verdade nesta declaração. Com a modinha de fotos de biquíni, na praia, piscina, as mulheres não pensam mais sobre o quanto estão se expondo, elas apenas repetem aquilo que todos estão fazendo e nem se dão conta do quanto estão perdendo a oportunidade de simplesmente terem seus templos preservados. O corpo é realmente algo sagrado, íntimo e foi criado por Deus para ser também um presente do seu marido (e o dele para você) e não um pedaço de carne ou algum tipo de mercadoria. Pense nisso antes te mostrá-lo para o mundo, principalmente nas redes sociais.

“Não exponha o que não está há venda” (Romanos 14:13 Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão.)

Já pensou que raiva que daria se você passasse por uma vitrine, encontrasse a roupa dos seus sonhos e ao entrar na loja a vendedora declarasse que aquela peça não está à venda? Ué, então para quê expor um produto que não pode ser comercializado? Não faz muito sentido, não é verdade? Da mesma forma muitas meninas e mulheres cristãs têm mostrado partes dos seus corpos aos homens, tanto ao vivo, quanto em redes sociais de forma que provoque um desejo de “consumo” que não poderá ser saciado. Isto se chama defraudação, o ato de dar a entender algo que você sabe que não pode ou não vai cumprir. Se sua intenção é esperar o marido que o Senhor tem para você e quer ter uma vida de santidade, então cuide aquilo que você tem exposto na vitrine.

“Eu sou o que eu visto” 1 Coríntios 10:31-32.

Você já se pegou tirando conclusões precipitadas das pessoas através daquilo que elas vestem? E, provavelmente, já se enganou muito, não é verdade? Pois é, isto acontece porque existe algo chamado linguagem visual e esta chega “antes” da apresentação do caráter de qualquer pessoa. Por isso é tão importante saber qual tipo de imagem suas roupas estão passando para os outros. A Palavra fala “quer comeis, quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a Glória de Deus” e isto mostra que o Pai pode ser honrado até mesmo nas nossas atitudes mais banais do dia a dia, como nos alimentarmos ou até mesmo nos vestirmos. Qual informação você tem passado ao mundo através dos seus looks? Tem conseguido glorificar Jesus com as suas vestes também? Você pode até não ser exatamente aquilo que veste, mas certamente isto a representa.

Sim, você está comprometida – “Tanto a mulher não casada, como a virgem, preocupam-se com as coisas do Senhor, para serem santas no corpo e no espírito. Mas a casada preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar seu marido”.1 Cor 7:34

Para finalizar, é sempre importante lembrar que a Palavra deixa muito claro que a nossa sexualidade é única e exclusiva para o casamento e casamento com uma só pessoa. Portanto, quando uma mulher se casa, seu corpo passa a ser do marido, mas o corpo da solteira pertence ao Senhor, porque Ele é o seu marido. Se ainda existia dúvidas do porquê preservar sua intimidade e principalmente o seu corpo, lembre-se que Jesus pagou um alto preço na cruz, para que você pudesse desfrutar deste romance. Peça para que Ele lhe mostre o valor que você tem e lhe faça entender que viver o evangelho é ser livre, livre dos padrões impostos pelo mundo, livre da necessidade de elogios, livre da preocupação do que os meninos/homens pensam de você, livre da cobrança de usar roupas sensuais para poder se enquadrar em algo, enfim, livre para ser feliz e agradar ao seu marido, Jesus, porque afinal, você já está comprometida.

Mari Raugust – autora do Passarela Estreita, um blog de moda cristão!

 “Porque estreito é o caminho que leva à vida e poucos são os que a encontram.” Mt 7:14

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Téo Dornellas – PG -Entrevista

Gabriel – Graça e paz! Que as bênçãos de Deus se multipliquem na sua vida a cada dia.
Téo – Amém, Deus abençoe muito todos vocês da equipe do Guitar Gospel, pelo incentivo a música, a guitarra e também por valorizar esse mercado que a cada dia tem crescido que é o da musica gospel.

Téo Dornellas

Gabriel – Quando surgiu o seu interesse por música e pela guitarra? E como foi a trajetória desde os primeiros estudos, as primeiras bandas até a sua condição atual de guitarrista de um dos maiores nomes do rock gospel nacional?
Téo – Minha família é toda de músicos, cresci vendo meu avô tocando bandolim, meus tios e primos violão e assim foi despertando em mim uma vontade de tocar um instrumento, mais que até então não sabia o que era.

Meu Pai tinha um violão em casa velhinho e com a caixa acústica toda quebrada, ele percebendo essa minha vontade, consertou o violão, detalhe… Ele mesmo concertou ”Seu Augusto” conhecido como Magaiver… rsrsrs.

Bom! Ai comecei a tocar esse violão e fui desenvolvendo sozinho, passando um tempo ganhei uma guitarra do meu Pai, daí morando em uma cidade do interior de São Paulo chamada Araçatuba comecei montar minhas primeiras bandas de Rock, Soul e etc…

Em 96 logo quando o guitarrista Cebolinha saiu da Banda Kadoshi antigo Actos 2, fui chamado para integrar a banda e permaneci nela até 97, voltei para Araçatuba e continuei dando aulas, tocando na igreja com minhas bandas e etc…

No Começo de 2003 fui chamado pelo Silas Furtado a voltar para a Banda Kadoshi, mudei para São Paulo novamente e fiquei na banda até o final de 2003, gravando com eles um CD chamado NOVO TEMPO.

E no Começo de 2004, O Silas do Kadoshi me telefonou dizendo que havia me indicado para o trabalho com o PG, logo em seguida conheci o PG pessoalmente fizemos um som junto e estamos ai até hoje, já com dois CDs gravados, primeiro chamado ADORAÇÃO e o segundo chamado DE UM LADO A OUTRO. É isso ai.

Gabriel – Quais foram as maiores influências musicais cristãs e seculares que você teve e tem até hoje?
Téo
– No segmento cristão – White Cross, Stryper, Bride, Tree Day, United, Rex Caron e etc…
No segmento secular: Mr. Big, Dream Theater, White Snake, Toto, Tribal Tech, Vital Tech Tones, Paul Gilbert, Malmsteen, John Petrucci, Ritchie kotzen, Greg Howe, Frank Gambale, Scott Henderson, Pat Metheny, Allan Holdsworth, Shawn Lane, Guthrie Govan e ai vai, são vários. Sou bem eclético pra ouvir música, e estou sempre buscando novidades.

Gabriel – Fale um pouco do processo de criação e gravação dos arranjos e solos de guitarra nos cds Adoração e De um Lado a outro.
Téo
– Para cada um dos Cds foi um processo diferente, no Adoração o PG já tinha as músicas com melodia, harmonia e letra, então entramos com os riffs e arranjos em geral, inclusive os solos de guitarra, sendo alguns compostos em casa, e os outros improvisados devido a uma pressão em relação a tempo de estúdio.

A Guitarra do Téo Dornellas

Agora já no De um lado a outro, foi totalmente diferente, pois não tínhamos nada, entramos no estúdio pra fazer a pré produção e invertemos o processo, primeiro fizemos toda a parte musical como arranjos, Riffs, solos de guitarra e todos os detalhes geral, os solos de guitarra neste CD foram todos compostos em casa, com exceção do solo de “Minha Terra” e o de “Aclame” que foram improvisados.

Depois de toda parte musical pronta o PG veio com as letras para serem encaixadas nas músicas, e nesse Cd tivemos um tempo bacana para todo o processo.

Gabriel – Quais as guitarras e equipamentos que você utiliza com mais freqüência em gravações de estúdio e quais equipamentos utiliza com mais freqüência em shows ao vivo?
Téo – Em estúdio, para bases pesadas só uso drive de amplificador e meus preferidos são: Marshall JCM 900, Mesa Boogie Maveric, e Laney qualquer um valvulado, para solos de guitarras com drive, acrescento um Sans Amp GT2 ao drive do amplificador para dar mais sustentação ao som, agora pra som limpos, guitarra direta em um desses amplificadores citados e de efeitos uso meus pedais analógicos Chorus  delay e etc.

Neste 2 últimos CDS gravei com guitarras Fender Stratocaster, Gibson Lespaul, Gibson SG, Ibanez JS e Walker. Ao vivo uso os Amplificadores que as empresas de locação de som levam, e no rider de som especificamos as marcas que usamos no caso, Marshall, Mesa Boogie, Laney, mais de vês em quando pegamos uns Jazz Chorus da vida… rsrsrs. De Guitarras uso Walker, duas Teles e uma Strato.

Gabriel – Dos teus solos gravados nos cds do PG qual você considera o mais técnico? E qual deles você considera o mais bonito, do ponto de vista melódico?
Téo – Do Adoração acho o mais melódico o de Posso Ouvir, pois tem uma melodia bem simples e fácil de gravar na cabeça isso é bacana e o mais técnico o de Santo, devido aos sweeps e uma pitada de out side.

Já no De um lado a outro, em minha opinião o Mais melódico é o segundo solo de “Meu Senhor” e o de “Aclame” também devido a composição com melodias simples, que completam a musica, e mais técnico o de Promessas, lá explorei um pouco mais a questão rítmica da composição e com alguns arpeggios bem interessantes, por isso achei mais técnico.

Gabriel – E um riff que você gosta?
Téo – Um dos que eu mais gosto é o da musica Vou Te Escutar, do Novo CD.

Gabriel – As suas composições no último disco do PG foram feitas especialmente para ele ou já estavam prontas?
Téo – Sim, foram feitas especialmente para o CD.

Gabriel – O que você busca em suas composições?
Téo – Busco sempre o melhor para o trabalho que estou fazendo.
Ex: Nos CDS do PG, procurei compor e gravar, pra banda, de uma forma que minha parte entrasse nas músicas como um complemento, uma parte do quebra cabeça, pois somos uma banda, não estou gravando um CD instrumental meu e nem dando um workshop no estúdio, pois na maioria das vezes nós guitarristas temos a tendência de querer encher de mais, fritar e etc…, sendo que às vezes uma pausa ou uma notinha só, da o tempero que faltava.

Mais graças a Deus consegui fugir desse vício… rsrsrs
Mais é isso ai, resumindo procuro fazer das minhas composições um complemento ao trabalho que estou executando, a não ser que seja no meu CD instrumental que logo quero gravar ai lá da pra extravagar. rsrsrs

Gabriel – Em sua opinião, como um músico deve encarar uma gravação, em relação à complexidade das composições em termos de harmonias, velocidade e outros elementos?
Téo – Bom é como falei na pergunta anterior, acho que o musico tem que encarar uma gravação primeiramente sem individualismo, tem que tirar o “EU” de cena, para assim enxergar o que a música realmente precisa, não somente o que você gosta.

É óbvio que o musico vai acrescentar a música o que ela precisa com a sua pegada e seu gosto, pois tem que conciliar o que você gosta com o que a musica esta pedindo. Velocidade é um recurso que tem que ser usado somente se encaixar na história que esta sendo contada pelo musico, não somente para satisfazê-lo, tipo… ”Nossa mandei muito nesse solo” rsrsrs. E é dessa forma que venho desenvolvendo meu trabalho.

Gabriel – Qual a sua opinião acerca da música secular entre os músicos cristãos?
Téo – Minha opinião é que temos que ter referencias musicais não influencias, pois somos somente influenciados por Deus e pelo seu Amor que nos constrange. Acho que é bacana buscar informações tanto no gospel como no secular, mais dessa forma que falei só referencias em relação às musicas, não influencia do musico ou da banda.

Não a nada melhor que buscar o conhecimento da musica com criador dela, Deus inventou isso tudo que os melhores músicos do mundo fazem.
SL. 144 diz: “Bendito é o Senhor minha rocha que adestra minhas mãos pra peleja e meus dedos pra guerra” Adestrar é ensinar, ELE nos ensina.

Téo Dornellas

Gabriel – Como tem sido a experiência de viajar pelo Brasil tocando guitarra e levando a palavra de Deus através da guitarra?
Téo – Tem sido maravilhoso, pois além de estar fazendo o que amo que é tocar guitarra, estou desenvolvendo o meu ministério que é o de louvor. A cada viajem uma história nova, vidas sendo salvas, restauradas, preconceitos caindo e fora o crescimento de estar na estrada com situações inusitadas de som e etc…, que temos sempre que ter soluções pra todas. E também pessoas que conhecemos amigos que fazemos e etc…

Gabriel – Você passa muitos dias na estrada, como é o convívio com os outros integrantes da banda?
Téo – É excelente, realmente nos tornamos uma família por passarmos grande parte do nosso tempo juntos. Amo essa galera!!!

Gabriel – Em qual igreja você congrega? Você tem tempo para participar também da equipe de louvor?
Téo – Congrego na Igreja Batista Nacional do Bom Clima, e como viajamos muito, não tenho participado tocando no grupo de louvor da igreja, mesmo por que tem um brother tocando guitarra lá e prefiro que ele continue, então fico mais no auxilio dos ensaios e etc…

Gabriel – Você pretende gravar um projeto paralelo, com musicas instrumentais?
Téo – Sim, Tenho meu trio, “Téo Dornellas trio”, Mais voltado ao Rock/Fuzion que ta na fila pra gravar e meu trabalho solo. Mais são projetos futuros ainda.

Gabriel – Você é apoiado por alguma marca?
Téo – Sim, guitarras Walker, Lojas Ponto Musical e Luthier Edmar Luighi.

Gabriel – O que você considera que foi imprescindível da tua parte da parte de outros (família, pastores, amigos, etc…) para o teu desenvolvimento musical e ministerial?
Téo – De minha parte a perseverança, fé, dedicação e buscar a perfeita e agradável vontade de Deus, e sou muito grato ao PG e Rosana, pela confiança, interseção e pela amizade, também a banda pela convivência em amor, em especial o Ney Lima que estamos desde o começo desse trabalho e ele tem sido um verdadeiro companheiro pra todas as horas, também aos meus pais pelo incentivo e por acreditarem no meu sonho, e com certeza a minha esposa Camila, que também sempre me apoiou, acreditou no meu trabalho, por interceder por mim sempre e agüentar a barulheira que eu faço em casa todo dia estudando. rsrsrs, E agora a minha maior motivação, minha filha “MANUELA”, que nasceu há oito meses e todo dia com seu sorriso me faz ter força pra prosseguir. Amo d+ todas estas pessoas!!!

Gabriel – Quais os seus conselhos para os guitarristas e músicos em geral que almejam terem seus ministérios crescendo tanto em técnica quanto na graça de Deus?
Téo – Meu conselho é que sonhem e busquem esse sonho, mais estejam preparados pra quando Deus colocar em suas mãos seus sonhos você não deixe ele escapar pelos dedos, estudem muito, busquem aprimorar, façam aulas, busquem novas informações, se mantenham atualizados e o mais importante procure saber a vontade perfeita de Deus para você.

Pv 16.1 diz: Cabe ao homem projetar mais a resposta certeira vem da boca de Deus.

Gabriel – Diga-nos o que acha desse trabalho que o GUITAR GOSPEL está desempenhando ao levar instrução aos músicos cristãos.
Téo – Acho muito bom, pois vocês cobriram uma lacuna que tinha nesse mundo virtual, estava faltando isso mesmo um site especifico pra músicos Cristãos e diretamente aos guitarristas cristãos, além de instrução mostram também a conduta dos músicos cristãos.

Parabéns pra toda equipe do Guitar Gospel!

Téo Dornellas

Gostaria de agradecer a todos vocês da equipe, ao Gabriel pelo carinho. Deus Abençoe muito vocês e continuem nesse propósito levando instrução, curiosidades, atualidades aos músicos cristãos e também levando a palavra de Deus sem o mínimo de pudor e constrangimento.
A Paz!
 

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Edgar Cabral (Nivea Soares) – Entrevista

Edgar Cabral Nivea Soares

1º) Como e quando surgiu o seu interesse pela música, e especificamente pela guitarra?
Meu interesse pela musica surgiu aos meu 8 anos de idade, Quando acompanhava meu pai em casa com o violão rsrs ele era um ótimo musico tocava acordeom, violão e me ensinou muito sobre musicalidade e ritmo, meu interesse pela guitarra surgiu aos 9 oito anos quando comecei a freqüentar a igreja havia músicos muito bons la, e despertaram meu interesse pelo instrumento.

2º) Quais foram as suas maiores influências musicais?
Steve Vai, Satriani, Eric Jonhson, Llincoln Brewster e outros.

3º) Conte nos como foi a sua formação musical, você toca outros instrumentos além da guitarra?
Sim entre eles teclado baixo violão, a influencia desses instrumentos me ajudaram muito na concepção de criação e também a entender a função de cada instrumento dentro da musica, minha formação musical foi muita eclética graças à oportunidade de tocar e conviver com grandes músicos e produtores musicais, a oportunidade de estar com grandes músicos arranjadores nos dão a opção de escolher novos caminhos dentro da musica.

A guitarra é uns dos istromentos que o Edgar Cabral Nivea Soares

4º) Como é tocar com a Nívea Soares, e qual o processo de composição dos arranjos de guitarra?
Bem tocar com a nívea e viver a cada dia refletindo quem sou de verdade porque ela e uma pessoa que realmente vive o que prega canta entende… Ela não quer saber se você toca bem, mas sim se você tem vida com deus e esta disposto a pagar um preço de vida por ele, enfim tocar com a nívea e o Gustavo e um presente de deus pra minha vida e a vida da minha família, agora o processo de composição das canções e simples o Gustavo me passa a canção com uma seqüência simples de baixo batera e piano ou quando a musica e mais voltada pra guitarra passa só voz guia com o clik, Eu faço os arranjos em casa gravo em meu home studio e levo pro Gustavo aprovar a harmonia riffs etc… Daí acertamos alguns arranjos no ensaio.

5º) Quais as guitarras e equipamentos que você utiliza com mais freqüência em gravações de estúdio e quais equipamentos utiliza com mais freqüência ao vivo?
Bem basicamente o mesmo equipamento que uso em estúdio e o que eu uso ao vivo sou patrocinado pelas guitarras artwood de Curitiba fabricadas pelo luthier Osny Zambuzzi entre elas uma strato, uma edsix feita exclusivamente para mim e uma modelo parker com micro afinação, os efeitos ficam por conta de um wawa cry baby ligado em serie a um tu 2 afinador, compressor c3 boss, ds1 boss, tubescrymer ts9, delay dl4 line6, pedal de volume boss indo direto para um vox ac 30 c1 valvulado e uma flexitone 2 line6 simulando um ac 15 com 4×12

6º) Você é endoser de alguma marca?
Sim das guitarras artwood

7º) Em sua opinião, como um músico deve encarar uma gravação, em relação à complexidade das composições em termos de harmonias, velocidade e outros elementos?
Com simplicidade e maturidade, quando encaramos uma gravação complexa principalmente se tratando de harmonia sempre o bom gosto supera a técnica e a velocidade pois o desafio e você conseguir elaborar arranjos que satisfaçam do produtor do disco ao velhinho de 100 anos que vai escutar o disco depois de pronto rsrs, a técnica nos ajuda a encontrar caminhos que fazem de uma harmonia complexa um tema simples, mas o excesso de técnica pode transformar esta mesma canção em algo difícil de se escutar por mais de 1 minuto, hoje muitos guitarristas tocam primeiro e pensam depois, a técnica não e limitada a velocidade mas sim ao conhecimento de escalas acordes e frases que facilitam execução de complexas harmonias ou melodias, mas não podemos deixar a técnica dominar nossas mentes e sim temos que dominar a técnica e aplica-la com inteligência.

8º) Como você vê o cenário musical no meio gospel hoje?
Defasado muita gente fazendo coisas se preocupando em ganhar dinheiro não por amor a deus ou a musica como antigamente, nossas igrejas estão cheias de Ana Paulas, Níveas, David Quilans, etc acho que esta faltando ousadia e originalidade da parte dos ministérios e bandas que escutamos hoje, no Brasil claro não são todas mas infelizmente a grande maioria das bandas e ministérios tem medo de lançar algo no mercado que não se pareça um pouco com United ou Hilsong entende… Esta e a minha opinião.

9º) Você pretende gravar um projeto paralelo, com musicas instrumentais?
Sim tenho muitos temas instrumentais, e pretendo lançar inicialmente dois álbuns instrumentais com propósitos diferentes, um mais espontâneo com temas que gravei enquanto orava na madrugada em minha casa e se tornaram boas lembranças em minha vida e outro mais técnico voltado para músicos que curtem rock instrumental de qualidade com temas não só técnicos mas feitos com muita maturidade e inteligência na hora de compor.

10º) Que musico(s) você admira e indica aos internautas do Guitar Gospel?
Olha tenho escutado recente mente um guitarrista e produtor muito bom chamado Lincoln Brewster além de um ótimo musico ele consegue unir técnica e bom gosto com muita naturalidade além de gostar muito de Eric Johnson, Steve Vai, Joe Satriani, pra mim estes caras tem uma visão futurístico em relação ao uso da técnica na guitarra.

11º) O que você considera que foi imprescindível da tua parte e da parte de outros (família, pastores, amigos, etc…) para o teu desenvolvimento musical e ministerial?
Minha família falo especificamente da minha esposa minha mãe que me apóiam muito em tudo que eu faço e não e qualquer mulher que suportaria um marido que viaja quase todo fim de semana rsrs amo minha esposa minhas filhas meus irmãos e agradeço a deus todos os dias pela compreensão deles.

12º) Quais os seus conselhos para os guitarristas e músicos em geral que almejam ter seus ministérios crescendo tanto em técnica quanto na graça de Deus?
Olhem pra deus e acreditem… Tudo passa menos a gloria de deus que se renova a cada dia, ame a deus acima de todas as coisas, seja humano ame seu próximo, defenda o evangelho não seus interesses pessoais e não Pense que você e melhor do que os outros por causa da sua posição Social ou ministerial seja você musico, medico ou pedreiro somos todos iguais perante a justiça de Deus… A Bíblia em Miquéias capitulo 7.

Edgar Cabral Nivea Soares

13º) Diga-nos o que acha desse trabalho que o GUITAR GOSPEL está desempenhando ao levar instrução aos músicos cristãos.
E uma oportunidade única de levar conhecimento e divulgar o trabalho de pessoas que estão comprometidas com a musica crista parabéns pelo trabalho de vocês guitar gospel alem de serem pessoas comprometidas com Deus são ótimos profissionais alem de excelentes músicos como o guitarrista e diretor do site Célio Silva, é musico atendendo musico rsrs acho isto importante se tratando da qualidade das matérias exibidas no site.

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Daniel Christian – André Valadão – Entrevista

JP- Graça e paz! Que as bênçãos de Deus se multipliquem na sua vida a cada dia.
Daniel: É um prazer estar aqui concedendo esta entrevista a um site de qualidade como esse

André Valadão

JP- Fale-nos um pouco de como e quando iniciou o seu interesse pela música, mais especificamente pela guitarra.
Daniel: Desde meus 12 anos eu já gostava bastante de solos de guitarra e influenciado por meu irmão que já tocava. E aos 14 anos um grande amigo meu começou a me ensinar alguns acordes e ali foi o ponto de partida pro meu começo musical.

JP- Quais foram as maiores influências cristãs e seculares que você considera terem influenciado a tua forma de tocar?
Daniel: No meio cristão foi Stryper, Oficina g3, DC Talk e no meio secular foram alguns guitarristas como  Steve Vai , John Petrucci, Kee marcello e Edu Ardanuy.

JP- Fale um pouco do processo de criação e gravação dos arranjos e solos de guitarra nos cds Milagres e Alegria?
Daniel: No cd milagres foi tudo uma novidade pra mim, principalmente por que foi gravado com o Diante do trono e teve a minha participação onde eu não opinei por arranjos, mais todas as partes de guitarra não teve nenhuma interferência dos produtores onde me deram total liberdade, mais mesmo assim fiquei um pouco tímido.

Já no cd Alegria foi diferente, pois foi gravado com a nossa banda onde nos mesmos produzimos o cd, então foi mais fácil por estarmos sempre juntos em turnês e ensaios, e foi todo produzido em nosso studio onde gravamos as idéias e no dia seguinte terminávamos, não tínhamos um tempo determinado era apenas tocar e sentir que estava no ponto.

Um dos instrumentos que ele toca

JP- Quais as guitarras e equipamentos que você utiliza com mais freqüência em gravações de estúdio e como faz para transportar a qualidade sonora obtida na gravação para shows ao vivo?
Daniel: Eu levo pro show o mesmo equipamento que gravei o cd Alegria, uso duas guitarras uma Ibanez jem e uma gibson lês paul sendo que a gibson a afinação é de um tom abaixo, e um violão Takamini. Uso um POD xt live, um tube screamer e um wah morley.
O amp é um JCM 900 da marshal.

JP- Qual a sua opinião como um levita diante de Deus acerca da música secular entre os levitas e a adoradores?
Daniel: Existem músicos evangélicos que trabalham profissionalmente no meio secular seja tocando ou operando som, gravando em studio, e esse é o ganha pão de cada um, é um trabalho como qualquer um que você tem que lidar com todo tipo de gente. E em relação a escutar música secular a minha opinião é a seguinte de que o que contamina o homem é o que sai e não o que entra, por que muitas das vezes estamos em locais onde não podemos escolher o que queríamos estar ouvindo.

JP- Como tem sido a experiência de viajar pelo Brasil e exterior tocando guitarra e levando a adoração?
Daniel: Tem sido ótimo conhecer várias cidades de todas as formas e culturas e ver que por mais que sejamos tão diferentes uns dos outros a necessidade que temos de Deus é a mesma.

JP- Quais os seus conselhos para os guitarristas e músicos em geral que almejam terem seus ministérios crescendo tanto em técnica quanto na graça de Deus?
Daniel: É amar aquilo que faz, eu, por exemplo, mesmo quando era o guitarrista mais famoso da minha rua… rsrsrs… me empenhava o máximo e tentava tirar de mim o melhor, não importa se você é um ‘Pop Star’ ou se é apenas um músico de garagem, o que Deus olha é a motivação do seu coração em fazer aquilo com amor.

JP- Como é o convívio entre os outros integrantes da banda do Pr. André Valadão?
Daniel: Melhor impossível, somos todos grandes amigos não só de banda mais de sairmos pra jantar com as famílias, jogar boliche, ir a shows juntos na verdade acabamos nos tornando uma grande família.

JP- Fale-nos um pouco do projeto do seu CD solo instrumental.
Daniel: Então… Bom eu tenho até um cd com 10 faixas gravadas que foram ao longo do tempo finalizadas, mais está engavetado, ainda não tenho um tempo necessário pra tocar este trabalho, mais tenho planos de re-gravar algumas dessas músicas e outras novas no futuro próximo.

JP- Você é endorsado por alguma marca?
Daniel: Não, eu tenho um apoio da loja Serenata onde me fornecem cordas, palhetas e alguns acessórios.

JP– Qual a sensação de tocar para um estádio lotado de adoradores?
Daniel: A sensação é sempre prazerosa, não é uma sensação de dar aquele frio na barriga não porque estamos até mesmos acostumados na nossa própria igreja tocar sempre pra umas cinco mil pessoas todo culto, mais mesmo assim é gratificante mesmo sabendo que o povo está ali pra adorar a Deus, é um privilegio que Deus nos dá.

JP- O que você considera que foi imprescindível da tua parte da parte de outros (família, pastores, amigos, etc…) para o teu desenvolvimento musical e ministerial?
Daniel: Musical foi o apoio que sempre tive dos meus pais, e ministerial foi o meu casamento onde formei a minha base pra todas as coisas.

André Valadão

JP- Dos teus solos gravados nos cds do Pr. André Valadão qual o teu preferido? E qual você considera mais bonito?
Daniel: Acho que da música “Não Posso Pagar”, onde usei várias técnicas.

JP- Diga nos o que acha desse trabalho que o GUITAR GOSPEL está desempenhando ao levar instrução aos músicos cristãos.
Daniel: Acho maravilhoso, porque os grandes músicos estão dentro das igrejas e precisávamos de um espaço assim.

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Adson Sodré – Promessa D- ENTREVISTA

1- Graça e paz! Que as bênçãos de Deus se multipliquem na sua vida a cada dia.
R: Graça e paz e que as bênçãos de Deus também cheguem a vocês.

Adson Sodré

2- Fale-nos um pouco de como e quando iniciou o seu interesse pela música e como começou a gostar de guitarra.
R: Sou de uma família duplamente musical, por parte de pai e mãe, e graças a Deus sempre tive esse apoio, e como cresci em um lar cristão a igreja me ajudou a ter contato com vários instrumentos. Aos 5 anos já tocava violão além de brincar com os outros instrumentos, porém aos 10 decidi pela guitarra, me identifiquei e me apaixonei por ela. Glória Deus por isso.

3- Quais foram as maiores influências cristãs e seculares que você considera terem ajudado a moldar a sua forma de tocar?
R: Em casa meus pais eram rigorosos quanto à música, então cresci ouvindo bandas como: Sinal de alerta, Rebanhão, Atos 2 , bandas que possuíam um bom gosto musical e sempre com guitarristas legais e depois comecei a ter acesso a bandas como Stryper ,White Cross, Guardian e com a música secular demorei pesquisar, e dentre as importantes musicalmente destaco o Metálica, Megadeth e Dream theater, atualmente tenho pesquisado bandas de rock progressivo que surgiram nos anos 70 como yes, kansas e muito mais coisas…è difícil citar tudo.

4- Como foi o processo de criação e gravação dos arranjos de guitarra nos cds da Promessa D e do Carlinhos Felix?
R: O processo de gravação e arranjos da promessa d foi bastante tranqüilo a não ser a questão da distância de sairmos da Bahia e gravarmos em Vila-Velha-ES, por isso já fomos com as idéias 90% prontas… A nossa proposta é soar agradável sem muita confusão de arranjo, parece fácil mais não é, fazer uma banda soar bem com um som direto não é fácil.

.+Já como Carlinhos Felix (Ex-rebanhão) eu produzi algumas músicas e auxiliei em outras, algumas ele me mandou antes e outras fluíram no estúdio. Foi uma honra pra mim, pois foi um cara que escutei quando na adolescência e agora fiz arranjos e toquei durante 3 anos com ele.Deus é bom.

Um dos instrumentos que ele Toca

5- Quais as guitarras e equipamentos que você utiliza com mais freqüência em gravações de estúdio e como faz para transportar a qualidade sonora obtida na gravação para shows ao vivo?
R: O meu equipamento de estúdio é o mesmo que uso no palco,o que faço nas guitarras é sempre envenená-las com captadores com sonoridades especificas ao meu gosto e até detalhes como trastes e tal. Atualmente tenho minha velha AS prog (nome que dei a ela) que na verdade é uma yamaha modificada várias vezes em desingn e com captação dimarzio e seymor duncan, uma Cort M320 com captadores gibson e estou montando uma strato.Como efeito uso a velha GT 5 que além de uma ótima controladora possui vários efeitos e funções muito boas para o ao vivo, o pod xt que me da as simulações de amps e distorções e um wah Fat Boy da Onerr, e violões takamine.

6- Qual a sua opinião como um levita diante de Deus acerca da música secular entre os levitas e a adoradores?
R:Na minha maneira de ver o que aconteceu aqui no Brasil é que nós adoradores nos esquecemos de dar o melhor de nós pra Deus durante muito tempo, ficamos atrasados, defasados e hoje temos que correr atrás do prejuízo e acho que quando Deus lembra disso, não deve ficar muito satisfeito, então desde que a intenção seja glorificar o nome de Deus,que assim seja.

7-Como tem sido a experiência de viajar pelo Brasil e exterior tocando guitarra e levando a adoração?
R:Na verdade ainda não fui ao exterior, porém as viagens que tenho feito com a nossa banda e como free-lance, tem me trazido a consciência de enxerga o mundo maneiro em que vivemos porém muito louco…queria poder discutir melhor isso, mas é que vejo as pessoas aqui no mundo cada vez esquecendo-se que Deus nos ama e quer se relacionar conosco.E essa tem sido nossa mensagem por aí a fora.

8-Quais os seus conselhos para os guitarristas e músicos em geral que almejam terem seus ministérios crescendo tanto em técnica quanto na graça de Deus?
R: São duas coisas que exigem dedicação se não, não acontecem e ponto final. Se você quer técnica gaste tempo com seu instrumento e se quer um ministério abençoado por Deus gaste tempo com Deus.

9- Como é o convívio entre os outros integrantes da banda do Carlinhos Felix e na Promessa D?
R: Depois do dvd “Na Tua sombra” não tive poucos contatos com o Carlinhos Felix, devido à agenda da promessa d e hoje tenho mais contato com ele em estúdio, mais o convívio com a galera sempre foi legal. E na promessa d é relacionamento de família de sangue e espiritual também, sem nenhum problema, somos transparentes e oramos juntos e isso nos mantém fortes e unidos.

10-Fale-nos um pouco da sua passagem por bandas como Fator e Expresso Louvor.
R: No expresso louvor foi quando comecei a viajar pra tocar,tive muitas experiências. O Fator na verdade foi um projeto marcante na minha vida, tivemos três fases e foram muito boas, principalmente a última fase onde começamos a compor no estilo rock-progressivo, eu comecei a escrever algumas músicas, sinto alegria de ter feito parte desse projeto.

11-Você é endossado por alguma marca?
R: Tenho um pequeno patrocínio da loja de instrumentos musicais a álamo aqui em Jequié que me concede alguns encordoamentos, e que também possui um estúdio o qual estou em uma parceria pra gravar meu CD de rock-instrumental.

12-Qual a sensação de tocar e saber que você está servindo de benção para as pessoas que te ouvem?
R: Esse é pra mim o sentido e o motivo que me impulsiona a continuar firme nesse ministério, de usar o dom da música para falar que Jesus tem uma vida incomparavelmente especial pra dar a todos os quanto o recebem como Senhor em suas vidas.

13-O que você considera que foi imprescindível da tua parte e da parte de outros (família, pastores, amigos, etc…) para o teu desenvolvimento musical e ministerial?
R: O apoio de ambos, a liberdades que meus pais me deram pra fazer o que eu gosto.

14-Dos teus solos gravados nos cds da Promessa D e Carlinhos Felix, qual é o seu preferido? E qual você considera mais bonito?
R: Isso não se faz!(risos)…Gosto de todos porém o mais empolgante é o “Nunca mais vou esquecer” e o mais bonito é o “Lutai” do mesmo cd.

15-Como foi participar da gravação de um DVD ao vivo?
R: Diferente de tudo que havia feito, pois foi meu 1º DVD, porém estava seguro do que tinha que fazer e fiquei tranqüilo.

16-Fale-nos um pouco sobre o que é o projeto “MAIS FELIZES”
R: Nós da “promessa d” sempre tivemos no coração de ajudar socialmente as pessoas que precisam, infelizmente não temos tido um mídia forte pra poder fazer mais, mas basicamente tiramos uma parte de tudo o que a banda arrecada com as apresentações que fazemos, isso inclui também os cd’s e camisas e etc…mas só o que vendemos nas apresentações e não o que é vendido nas lojas pois não temos acesso ainda as lojas devido a gravadora.É um projeto particular da banda.

Adson Sodré

17-Diga-nos o que acha desse trabalho que o GUITAR GOSPEL está desempenhando ao levar instrução aos músicos cristãos.
R: Muito bom e necessário, espero que a galera aproveite bem esse trabalho do Guitar Gospel.

18-Deixe um recado para os guitarristas que estão começando agora a trilhar o seus caminhos diante do Senhor.
R: Galera, só Jesus tem palavra de vida eterna, não se deixe enganar pelas propostas do mundo, e lembre-se que Deus é o criador da música então, nada melhor do que ficar perto Dele, não marque bobeira. Fiquem com Deus e até nos vermos por aí ou o céu!

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