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Téo Dornellas – PG -Entrevista

Gabriel – Graça e paz! Que as bênçãos de Deus se multipliquem na sua vida a cada dia.
Téo – Amém, Deus abençoe muito todos vocês da equipe do Guitar Gospel, pelo incentivo a música, a guitarra e também por valorizar esse mercado que a cada dia tem crescido que é o da musica gospel.

Téo Dornellas

Gabriel – Quando surgiu o seu interesse por música e pela guitarra? E como foi a trajetória desde os primeiros estudos, as primeiras bandas até a sua condição atual de guitarrista de um dos maiores nomes do rock gospel nacional?
Téo – Minha família é toda de músicos, cresci vendo meu avô tocando bandolim, meus tios e primos violão e assim foi despertando em mim uma vontade de tocar um instrumento, mais que até então não sabia o que era.

Meu Pai tinha um violão em casa velhinho e com a caixa acústica toda quebrada, ele percebendo essa minha vontade, consertou o violão, detalhe… Ele mesmo concertou ”Seu Augusto” conhecido como Magaiver… rsrsrs.

Bom! Ai comecei a tocar esse violão e fui desenvolvendo sozinho, passando um tempo ganhei uma guitarra do meu Pai, daí morando em uma cidade do interior de São Paulo chamada Araçatuba comecei montar minhas primeiras bandas de Rock, Soul e etc…

Em 96 logo quando o guitarrista Cebolinha saiu da Banda Kadoshi antigo Actos 2, fui chamado para integrar a banda e permaneci nela até 97, voltei para Araçatuba e continuei dando aulas, tocando na igreja com minhas bandas e etc…

No Começo de 2003 fui chamado pelo Silas Furtado a voltar para a Banda Kadoshi, mudei para São Paulo novamente e fiquei na banda até o final de 2003, gravando com eles um CD chamado NOVO TEMPO.

E no Começo de 2004, O Silas do Kadoshi me telefonou dizendo que havia me indicado para o trabalho com o PG, logo em seguida conheci o PG pessoalmente fizemos um som junto e estamos ai até hoje, já com dois CDs gravados, primeiro chamado ADORAÇÃO e o segundo chamado DE UM LADO A OUTRO. É isso ai.

Gabriel – Quais foram as maiores influências musicais cristãs e seculares que você teve e tem até hoje?
Téo
– No segmento cristão – White Cross, Stryper, Bride, Tree Day, United, Rex Caron e etc…
No segmento secular: Mr. Big, Dream Theater, White Snake, Toto, Tribal Tech, Vital Tech Tones, Paul Gilbert, Malmsteen, John Petrucci, Ritchie kotzen, Greg Howe, Frank Gambale, Scott Henderson, Pat Metheny, Allan Holdsworth, Shawn Lane, Guthrie Govan e ai vai, são vários. Sou bem eclético pra ouvir música, e estou sempre buscando novidades.

Gabriel – Fale um pouco do processo de criação e gravação dos arranjos e solos de guitarra nos cds Adoração e De um Lado a outro.
Téo
– Para cada um dos Cds foi um processo diferente, no Adoração o PG já tinha as músicas com melodia, harmonia e letra, então entramos com os riffs e arranjos em geral, inclusive os solos de guitarra, sendo alguns compostos em casa, e os outros improvisados devido a uma pressão em relação a tempo de estúdio.

A Guitarra do Téo Dornellas

Agora já no De um lado a outro, foi totalmente diferente, pois não tínhamos nada, entramos no estúdio pra fazer a pré produção e invertemos o processo, primeiro fizemos toda a parte musical como arranjos, Riffs, solos de guitarra e todos os detalhes geral, os solos de guitarra neste CD foram todos compostos em casa, com exceção do solo de “Minha Terra” e o de “Aclame” que foram improvisados.

Depois de toda parte musical pronta o PG veio com as letras para serem encaixadas nas músicas, e nesse Cd tivemos um tempo bacana para todo o processo.

Gabriel – Quais as guitarras e equipamentos que você utiliza com mais freqüência em gravações de estúdio e quais equipamentos utiliza com mais freqüência em shows ao vivo?
Téo – Em estúdio, para bases pesadas só uso drive de amplificador e meus preferidos são: Marshall JCM 900, Mesa Boogie Maveric, e Laney qualquer um valvulado, para solos de guitarras com drive, acrescento um Sans Amp GT2 ao drive do amplificador para dar mais sustentação ao som, agora pra som limpos, guitarra direta em um desses amplificadores citados e de efeitos uso meus pedais analógicos Chorus  delay e etc.

Neste 2 últimos CDS gravei com guitarras Fender Stratocaster, Gibson Lespaul, Gibson SG, Ibanez JS e Walker. Ao vivo uso os Amplificadores que as empresas de locação de som levam, e no rider de som especificamos as marcas que usamos no caso, Marshall, Mesa Boogie, Laney, mais de vês em quando pegamos uns Jazz Chorus da vida… rsrsrs. De Guitarras uso Walker, duas Teles e uma Strato.

Gabriel – Dos teus solos gravados nos cds do PG qual você considera o mais técnico? E qual deles você considera o mais bonito, do ponto de vista melódico?
Téo – Do Adoração acho o mais melódico o de Posso Ouvir, pois tem uma melodia bem simples e fácil de gravar na cabeça isso é bacana e o mais técnico o de Santo, devido aos sweeps e uma pitada de out side.

Já no De um lado a outro, em minha opinião o Mais melódico é o segundo solo de “Meu Senhor” e o de “Aclame” também devido a composição com melodias simples, que completam a musica, e mais técnico o de Promessas, lá explorei um pouco mais a questão rítmica da composição e com alguns arpeggios bem interessantes, por isso achei mais técnico.

Gabriel – E um riff que você gosta?
Téo – Um dos que eu mais gosto é o da musica Vou Te Escutar, do Novo CD.

Gabriel – As suas composições no último disco do PG foram feitas especialmente para ele ou já estavam prontas?
Téo – Sim, foram feitas especialmente para o CD.

Gabriel – O que você busca em suas composições?
Téo – Busco sempre o melhor para o trabalho que estou fazendo.
Ex: Nos CDS do PG, procurei compor e gravar, pra banda, de uma forma que minha parte entrasse nas músicas como um complemento, uma parte do quebra cabeça, pois somos uma banda, não estou gravando um CD instrumental meu e nem dando um workshop no estúdio, pois na maioria das vezes nós guitarristas temos a tendência de querer encher de mais, fritar e etc…, sendo que às vezes uma pausa ou uma notinha só, da o tempero que faltava.

Mais graças a Deus consegui fugir desse vício… rsrsrs
Mais é isso ai, resumindo procuro fazer das minhas composições um complemento ao trabalho que estou executando, a não ser que seja no meu CD instrumental que logo quero gravar ai lá da pra extravagar. rsrsrs

Gabriel – Em sua opinião, como um músico deve encarar uma gravação, em relação à complexidade das composições em termos de harmonias, velocidade e outros elementos?
Téo – Bom é como falei na pergunta anterior, acho que o musico tem que encarar uma gravação primeiramente sem individualismo, tem que tirar o “EU” de cena, para assim enxergar o que a música realmente precisa, não somente o que você gosta.

É óbvio que o musico vai acrescentar a música o que ela precisa com a sua pegada e seu gosto, pois tem que conciliar o que você gosta com o que a musica esta pedindo. Velocidade é um recurso que tem que ser usado somente se encaixar na história que esta sendo contada pelo musico, não somente para satisfazê-lo, tipo… ”Nossa mandei muito nesse solo” rsrsrs. E é dessa forma que venho desenvolvendo meu trabalho.

Gabriel – Qual a sua opinião acerca da música secular entre os músicos cristãos?
Téo – Minha opinião é que temos que ter referencias musicais não influencias, pois somos somente influenciados por Deus e pelo seu Amor que nos constrange. Acho que é bacana buscar informações tanto no gospel como no secular, mais dessa forma que falei só referencias em relação às musicas, não influencia do musico ou da banda.

Não a nada melhor que buscar o conhecimento da musica com criador dela, Deus inventou isso tudo que os melhores músicos do mundo fazem.
SL. 144 diz: “Bendito é o Senhor minha rocha que adestra minhas mãos pra peleja e meus dedos pra guerra” Adestrar é ensinar, ELE nos ensina.

Téo Dornellas

Gabriel – Como tem sido a experiência de viajar pelo Brasil tocando guitarra e levando a palavra de Deus através da guitarra?
Téo – Tem sido maravilhoso, pois além de estar fazendo o que amo que é tocar guitarra, estou desenvolvendo o meu ministério que é o de louvor. A cada viajem uma história nova, vidas sendo salvas, restauradas, preconceitos caindo e fora o crescimento de estar na estrada com situações inusitadas de som e etc…, que temos sempre que ter soluções pra todas. E também pessoas que conhecemos amigos que fazemos e etc…

Gabriel – Você passa muitos dias na estrada, como é o convívio com os outros integrantes da banda?
Téo – É excelente, realmente nos tornamos uma família por passarmos grande parte do nosso tempo juntos. Amo essa galera!!!

Gabriel – Em qual igreja você congrega? Você tem tempo para participar também da equipe de louvor?
Téo – Congrego na Igreja Batista Nacional do Bom Clima, e como viajamos muito, não tenho participado tocando no grupo de louvor da igreja, mesmo por que tem um brother tocando guitarra lá e prefiro que ele continue, então fico mais no auxilio dos ensaios e etc…

Gabriel – Você pretende gravar um projeto paralelo, com musicas instrumentais?
Téo – Sim, Tenho meu trio, “Téo Dornellas trio”, Mais voltado ao Rock/Fuzion que ta na fila pra gravar e meu trabalho solo. Mais são projetos futuros ainda.

Gabriel – Você é apoiado por alguma marca?
Téo – Sim, guitarras Walker, Lojas Ponto Musical e Luthier Edmar Luighi.

Gabriel – O que você considera que foi imprescindível da tua parte da parte de outros (família, pastores, amigos, etc…) para o teu desenvolvimento musical e ministerial?
Téo – De minha parte a perseverança, fé, dedicação e buscar a perfeita e agradável vontade de Deus, e sou muito grato ao PG e Rosana, pela confiança, interseção e pela amizade, também a banda pela convivência em amor, em especial o Ney Lima que estamos desde o começo desse trabalho e ele tem sido um verdadeiro companheiro pra todas as horas, também aos meus pais pelo incentivo e por acreditarem no meu sonho, e com certeza a minha esposa Camila, que também sempre me apoiou, acreditou no meu trabalho, por interceder por mim sempre e agüentar a barulheira que eu faço em casa todo dia estudando. rsrsrs, E agora a minha maior motivação, minha filha “MANUELA”, que nasceu há oito meses e todo dia com seu sorriso me faz ter força pra prosseguir. Amo d+ todas estas pessoas!!!

Gabriel – Quais os seus conselhos para os guitarristas e músicos em geral que almejam terem seus ministérios crescendo tanto em técnica quanto na graça de Deus?
Téo – Meu conselho é que sonhem e busquem esse sonho, mais estejam preparados pra quando Deus colocar em suas mãos seus sonhos você não deixe ele escapar pelos dedos, estudem muito, busquem aprimorar, façam aulas, busquem novas informações, se mantenham atualizados e o mais importante procure saber a vontade perfeita de Deus para você.

Pv 16.1 diz: Cabe ao homem projetar mais a resposta certeira vem da boca de Deus.

Gabriel – Diga-nos o que acha desse trabalho que o GUITAR GOSPEL está desempenhando ao levar instrução aos músicos cristãos.
Téo – Acho muito bom, pois vocês cobriram uma lacuna que tinha nesse mundo virtual, estava faltando isso mesmo um site especifico pra músicos Cristãos e diretamente aos guitarristas cristãos, além de instrução mostram também a conduta dos músicos cristãos.

Parabéns pra toda equipe do Guitar Gospel!

Téo Dornellas

Gostaria de agradecer a todos vocês da equipe, ao Gabriel pelo carinho. Deus Abençoe muito vocês e continuem nesse propósito levando instrução, curiosidades, atualidades aos músicos cristãos e também levando a palavra de Deus sem o mínimo de pudor e constrangimento.
A Paz!
 

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Edgar Cabral (Nivea Soares) – Entrevista

Edgar Cabral Nivea Soares

1º) Como e quando surgiu o seu interesse pela música, e especificamente pela guitarra?
Meu interesse pela musica surgiu aos meu 8 anos de idade, Quando acompanhava meu pai em casa com o violão rsrs ele era um ótimo musico tocava acordeom, violão e me ensinou muito sobre musicalidade e ritmo, meu interesse pela guitarra surgiu aos 9 oito anos quando comecei a freqüentar a igreja havia músicos muito bons la, e despertaram meu interesse pelo instrumento.

2º) Quais foram as suas maiores influências musicais?
Steve Vai, Satriani, Eric Jonhson, Llincoln Brewster e outros.

3º) Conte nos como foi a sua formação musical, você toca outros instrumentos além da guitarra?
Sim entre eles teclado baixo violão, a influencia desses instrumentos me ajudaram muito na concepção de criação e também a entender a função de cada instrumento dentro da musica, minha formação musical foi muita eclética graças à oportunidade de tocar e conviver com grandes músicos e produtores musicais, a oportunidade de estar com grandes músicos arranjadores nos dão a opção de escolher novos caminhos dentro da musica.

A guitarra é uns dos istromentos que o Edgar Cabral Nivea Soares

4º) Como é tocar com a Nívea Soares, e qual o processo de composição dos arranjos de guitarra?
Bem tocar com a nívea e viver a cada dia refletindo quem sou de verdade porque ela e uma pessoa que realmente vive o que prega canta entende… Ela não quer saber se você toca bem, mas sim se você tem vida com deus e esta disposto a pagar um preço de vida por ele, enfim tocar com a nívea e o Gustavo e um presente de deus pra minha vida e a vida da minha família, agora o processo de composição das canções e simples o Gustavo me passa a canção com uma seqüência simples de baixo batera e piano ou quando a musica e mais voltada pra guitarra passa só voz guia com o clik, Eu faço os arranjos em casa gravo em meu home studio e levo pro Gustavo aprovar a harmonia riffs etc… Daí acertamos alguns arranjos no ensaio.

5º) Quais as guitarras e equipamentos que você utiliza com mais freqüência em gravações de estúdio e quais equipamentos utiliza com mais freqüência ao vivo?
Bem basicamente o mesmo equipamento que uso em estúdio e o que eu uso ao vivo sou patrocinado pelas guitarras artwood de Curitiba fabricadas pelo luthier Osny Zambuzzi entre elas uma strato, uma edsix feita exclusivamente para mim e uma modelo parker com micro afinação, os efeitos ficam por conta de um wawa cry baby ligado em serie a um tu 2 afinador, compressor c3 boss, ds1 boss, tubescrymer ts9, delay dl4 line6, pedal de volume boss indo direto para um vox ac 30 c1 valvulado e uma flexitone 2 line6 simulando um ac 15 com 4×12

6º) Você é endoser de alguma marca?
Sim das guitarras artwood

7º) Em sua opinião, como um músico deve encarar uma gravação, em relação à complexidade das composições em termos de harmonias, velocidade e outros elementos?
Com simplicidade e maturidade, quando encaramos uma gravação complexa principalmente se tratando de harmonia sempre o bom gosto supera a técnica e a velocidade pois o desafio e você conseguir elaborar arranjos que satisfaçam do produtor do disco ao velhinho de 100 anos que vai escutar o disco depois de pronto rsrs, a técnica nos ajuda a encontrar caminhos que fazem de uma harmonia complexa um tema simples, mas o excesso de técnica pode transformar esta mesma canção em algo difícil de se escutar por mais de 1 minuto, hoje muitos guitarristas tocam primeiro e pensam depois, a técnica não e limitada a velocidade mas sim ao conhecimento de escalas acordes e frases que facilitam execução de complexas harmonias ou melodias, mas não podemos deixar a técnica dominar nossas mentes e sim temos que dominar a técnica e aplica-la com inteligência.

8º) Como você vê o cenário musical no meio gospel hoje?
Defasado muita gente fazendo coisas se preocupando em ganhar dinheiro não por amor a deus ou a musica como antigamente, nossas igrejas estão cheias de Ana Paulas, Níveas, David Quilans, etc acho que esta faltando ousadia e originalidade da parte dos ministérios e bandas que escutamos hoje, no Brasil claro não são todas mas infelizmente a grande maioria das bandas e ministérios tem medo de lançar algo no mercado que não se pareça um pouco com United ou Hilsong entende… Esta e a minha opinião.

9º) Você pretende gravar um projeto paralelo, com musicas instrumentais?
Sim tenho muitos temas instrumentais, e pretendo lançar inicialmente dois álbuns instrumentais com propósitos diferentes, um mais espontâneo com temas que gravei enquanto orava na madrugada em minha casa e se tornaram boas lembranças em minha vida e outro mais técnico voltado para músicos que curtem rock instrumental de qualidade com temas não só técnicos mas feitos com muita maturidade e inteligência na hora de compor.

10º) Que musico(s) você admira e indica aos internautas do Guitar Gospel?
Olha tenho escutado recente mente um guitarrista e produtor muito bom chamado Lincoln Brewster além de um ótimo musico ele consegue unir técnica e bom gosto com muita naturalidade além de gostar muito de Eric Johnson, Steve Vai, Joe Satriani, pra mim estes caras tem uma visão futurístico em relação ao uso da técnica na guitarra.

11º) O que você considera que foi imprescindível da tua parte e da parte de outros (família, pastores, amigos, etc…) para o teu desenvolvimento musical e ministerial?
Minha família falo especificamente da minha esposa minha mãe que me apóiam muito em tudo que eu faço e não e qualquer mulher que suportaria um marido que viaja quase todo fim de semana rsrs amo minha esposa minhas filhas meus irmãos e agradeço a deus todos os dias pela compreensão deles.

12º) Quais os seus conselhos para os guitarristas e músicos em geral que almejam ter seus ministérios crescendo tanto em técnica quanto na graça de Deus?
Olhem pra deus e acreditem… Tudo passa menos a gloria de deus que se renova a cada dia, ame a deus acima de todas as coisas, seja humano ame seu próximo, defenda o evangelho não seus interesses pessoais e não Pense que você e melhor do que os outros por causa da sua posição Social ou ministerial seja você musico, medico ou pedreiro somos todos iguais perante a justiça de Deus… A Bíblia em Miquéias capitulo 7.

Edgar Cabral Nivea Soares

13º) Diga-nos o que acha desse trabalho que o GUITAR GOSPEL está desempenhando ao levar instrução aos músicos cristãos.
E uma oportunidade única de levar conhecimento e divulgar o trabalho de pessoas que estão comprometidas com a musica crista parabéns pelo trabalho de vocês guitar gospel alem de serem pessoas comprometidas com Deus são ótimos profissionais alem de excelentes músicos como o guitarrista e diretor do site Célio Silva, é musico atendendo musico rsrs acho isto importante se tratando da qualidade das matérias exibidas no site.

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Daniel Christian – André Valadão – Entrevista

JP- Graça e paz! Que as bênçãos de Deus se multipliquem na sua vida a cada dia.
Daniel: É um prazer estar aqui concedendo esta entrevista a um site de qualidade como esse

André Valadão

JP- Fale-nos um pouco de como e quando iniciou o seu interesse pela música, mais especificamente pela guitarra.
Daniel: Desde meus 12 anos eu já gostava bastante de solos de guitarra e influenciado por meu irmão que já tocava. E aos 14 anos um grande amigo meu começou a me ensinar alguns acordes e ali foi o ponto de partida pro meu começo musical.

JP- Quais foram as maiores influências cristãs e seculares que você considera terem influenciado a tua forma de tocar?
Daniel: No meio cristão foi Stryper, Oficina g3, DC Talk e no meio secular foram alguns guitarristas como  Steve Vai , John Petrucci, Kee marcello e Edu Ardanuy.

JP- Fale um pouco do processo de criação e gravação dos arranjos e solos de guitarra nos cds Milagres e Alegria?
Daniel: No cd milagres foi tudo uma novidade pra mim, principalmente por que foi gravado com o Diante do trono e teve a minha participação onde eu não opinei por arranjos, mais todas as partes de guitarra não teve nenhuma interferência dos produtores onde me deram total liberdade, mais mesmo assim fiquei um pouco tímido.

Já no cd Alegria foi diferente, pois foi gravado com a nossa banda onde nos mesmos produzimos o cd, então foi mais fácil por estarmos sempre juntos em turnês e ensaios, e foi todo produzido em nosso studio onde gravamos as idéias e no dia seguinte terminávamos, não tínhamos um tempo determinado era apenas tocar e sentir que estava no ponto.

Um dos instrumentos que ele toca

JP- Quais as guitarras e equipamentos que você utiliza com mais freqüência em gravações de estúdio e como faz para transportar a qualidade sonora obtida na gravação para shows ao vivo?
Daniel: Eu levo pro show o mesmo equipamento que gravei o cd Alegria, uso duas guitarras uma Ibanez jem e uma gibson lês paul sendo que a gibson a afinação é de um tom abaixo, e um violão Takamini. Uso um POD xt live, um tube screamer e um wah morley.
O amp é um JCM 900 da marshal.

JP- Qual a sua opinião como um levita diante de Deus acerca da música secular entre os levitas e a adoradores?
Daniel: Existem músicos evangélicos que trabalham profissionalmente no meio secular seja tocando ou operando som, gravando em studio, e esse é o ganha pão de cada um, é um trabalho como qualquer um que você tem que lidar com todo tipo de gente. E em relação a escutar música secular a minha opinião é a seguinte de que o que contamina o homem é o que sai e não o que entra, por que muitas das vezes estamos em locais onde não podemos escolher o que queríamos estar ouvindo.

JP- Como tem sido a experiência de viajar pelo Brasil e exterior tocando guitarra e levando a adoração?
Daniel: Tem sido ótimo conhecer várias cidades de todas as formas e culturas e ver que por mais que sejamos tão diferentes uns dos outros a necessidade que temos de Deus é a mesma.

JP- Quais os seus conselhos para os guitarristas e músicos em geral que almejam terem seus ministérios crescendo tanto em técnica quanto na graça de Deus?
Daniel: É amar aquilo que faz, eu, por exemplo, mesmo quando era o guitarrista mais famoso da minha rua… rsrsrs… me empenhava o máximo e tentava tirar de mim o melhor, não importa se você é um ‘Pop Star’ ou se é apenas um músico de garagem, o que Deus olha é a motivação do seu coração em fazer aquilo com amor.

JP- Como é o convívio entre os outros integrantes da banda do Pr. André Valadão?
Daniel: Melhor impossível, somos todos grandes amigos não só de banda mais de sairmos pra jantar com as famílias, jogar boliche, ir a shows juntos na verdade acabamos nos tornando uma grande família.

JP- Fale-nos um pouco do projeto do seu CD solo instrumental.
Daniel: Então… Bom eu tenho até um cd com 10 faixas gravadas que foram ao longo do tempo finalizadas, mais está engavetado, ainda não tenho um tempo necessário pra tocar este trabalho, mais tenho planos de re-gravar algumas dessas músicas e outras novas no futuro próximo.

JP- Você é endorsado por alguma marca?
Daniel: Não, eu tenho um apoio da loja Serenata onde me fornecem cordas, palhetas e alguns acessórios.

JP– Qual a sensação de tocar para um estádio lotado de adoradores?
Daniel: A sensação é sempre prazerosa, não é uma sensação de dar aquele frio na barriga não porque estamos até mesmos acostumados na nossa própria igreja tocar sempre pra umas cinco mil pessoas todo culto, mais mesmo assim é gratificante mesmo sabendo que o povo está ali pra adorar a Deus, é um privilegio que Deus nos dá.

JP- O que você considera que foi imprescindível da tua parte da parte de outros (família, pastores, amigos, etc…) para o teu desenvolvimento musical e ministerial?
Daniel: Musical foi o apoio que sempre tive dos meus pais, e ministerial foi o meu casamento onde formei a minha base pra todas as coisas.

André Valadão

JP- Dos teus solos gravados nos cds do Pr. André Valadão qual o teu preferido? E qual você considera mais bonito?
Daniel: Acho que da música “Não Posso Pagar”, onde usei várias técnicas.

JP- Diga nos o que acha desse trabalho que o GUITAR GOSPEL está desempenhando ao levar instrução aos músicos cristãos.
Daniel: Acho maravilhoso, porque os grandes músicos estão dentro das igrejas e precisávamos de um espaço assim.

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Adson Sodré – Promessa D- ENTREVISTA

1- Graça e paz! Que as bênçãos de Deus se multipliquem na sua vida a cada dia.
R: Graça e paz e que as bênçãos de Deus também cheguem a vocês.

Adson Sodré

2- Fale-nos um pouco de como e quando iniciou o seu interesse pela música e como começou a gostar de guitarra.
R: Sou de uma família duplamente musical, por parte de pai e mãe, e graças a Deus sempre tive esse apoio, e como cresci em um lar cristão a igreja me ajudou a ter contato com vários instrumentos. Aos 5 anos já tocava violão além de brincar com os outros instrumentos, porém aos 10 decidi pela guitarra, me identifiquei e me apaixonei por ela. Glória Deus por isso.

3- Quais foram as maiores influências cristãs e seculares que você considera terem ajudado a moldar a sua forma de tocar?
R: Em casa meus pais eram rigorosos quanto à música, então cresci ouvindo bandas como: Sinal de alerta, Rebanhão, Atos 2 , bandas que possuíam um bom gosto musical e sempre com guitarristas legais e depois comecei a ter acesso a bandas como Stryper ,White Cross, Guardian e com a música secular demorei pesquisar, e dentre as importantes musicalmente destaco o Metálica, Megadeth e Dream theater, atualmente tenho pesquisado bandas de rock progressivo que surgiram nos anos 70 como yes, kansas e muito mais coisas…è difícil citar tudo.

4- Como foi o processo de criação e gravação dos arranjos de guitarra nos cds da Promessa D e do Carlinhos Felix?
R: O processo de gravação e arranjos da promessa d foi bastante tranqüilo a não ser a questão da distância de sairmos da Bahia e gravarmos em Vila-Velha-ES, por isso já fomos com as idéias 90% prontas… A nossa proposta é soar agradável sem muita confusão de arranjo, parece fácil mais não é, fazer uma banda soar bem com um som direto não é fácil.

.+Já como Carlinhos Felix (Ex-rebanhão) eu produzi algumas músicas e auxiliei em outras, algumas ele me mandou antes e outras fluíram no estúdio. Foi uma honra pra mim, pois foi um cara que escutei quando na adolescência e agora fiz arranjos e toquei durante 3 anos com ele.Deus é bom.

Um dos instrumentos que ele Toca

5- Quais as guitarras e equipamentos que você utiliza com mais freqüência em gravações de estúdio e como faz para transportar a qualidade sonora obtida na gravação para shows ao vivo?
R: O meu equipamento de estúdio é o mesmo que uso no palco,o que faço nas guitarras é sempre envenená-las com captadores com sonoridades especificas ao meu gosto e até detalhes como trastes e tal. Atualmente tenho minha velha AS prog (nome que dei a ela) que na verdade é uma yamaha modificada várias vezes em desingn e com captação dimarzio e seymor duncan, uma Cort M320 com captadores gibson e estou montando uma strato.Como efeito uso a velha GT 5 que além de uma ótima controladora possui vários efeitos e funções muito boas para o ao vivo, o pod xt que me da as simulações de amps e distorções e um wah Fat Boy da Onerr, e violões takamine.

6- Qual a sua opinião como um levita diante de Deus acerca da música secular entre os levitas e a adoradores?
R:Na minha maneira de ver o que aconteceu aqui no Brasil é que nós adoradores nos esquecemos de dar o melhor de nós pra Deus durante muito tempo, ficamos atrasados, defasados e hoje temos que correr atrás do prejuízo e acho que quando Deus lembra disso, não deve ficar muito satisfeito, então desde que a intenção seja glorificar o nome de Deus,que assim seja.

7-Como tem sido a experiência de viajar pelo Brasil e exterior tocando guitarra e levando a adoração?
R:Na verdade ainda não fui ao exterior, porém as viagens que tenho feito com a nossa banda e como free-lance, tem me trazido a consciência de enxerga o mundo maneiro em que vivemos porém muito louco…queria poder discutir melhor isso, mas é que vejo as pessoas aqui no mundo cada vez esquecendo-se que Deus nos ama e quer se relacionar conosco.E essa tem sido nossa mensagem por aí a fora.

8-Quais os seus conselhos para os guitarristas e músicos em geral que almejam terem seus ministérios crescendo tanto em técnica quanto na graça de Deus?
R: São duas coisas que exigem dedicação se não, não acontecem e ponto final. Se você quer técnica gaste tempo com seu instrumento e se quer um ministério abençoado por Deus gaste tempo com Deus.

9- Como é o convívio entre os outros integrantes da banda do Carlinhos Felix e na Promessa D?
R: Depois do dvd “Na Tua sombra” não tive poucos contatos com o Carlinhos Felix, devido à agenda da promessa d e hoje tenho mais contato com ele em estúdio, mais o convívio com a galera sempre foi legal. E na promessa d é relacionamento de família de sangue e espiritual também, sem nenhum problema, somos transparentes e oramos juntos e isso nos mantém fortes e unidos.

10-Fale-nos um pouco da sua passagem por bandas como Fator e Expresso Louvor.
R: No expresso louvor foi quando comecei a viajar pra tocar,tive muitas experiências. O Fator na verdade foi um projeto marcante na minha vida, tivemos três fases e foram muito boas, principalmente a última fase onde começamos a compor no estilo rock-progressivo, eu comecei a escrever algumas músicas, sinto alegria de ter feito parte desse projeto.

11-Você é endossado por alguma marca?
R: Tenho um pequeno patrocínio da loja de instrumentos musicais a álamo aqui em Jequié que me concede alguns encordoamentos, e que também possui um estúdio o qual estou em uma parceria pra gravar meu CD de rock-instrumental.

12-Qual a sensação de tocar e saber que você está servindo de benção para as pessoas que te ouvem?
R: Esse é pra mim o sentido e o motivo que me impulsiona a continuar firme nesse ministério, de usar o dom da música para falar que Jesus tem uma vida incomparavelmente especial pra dar a todos os quanto o recebem como Senhor em suas vidas.

13-O que você considera que foi imprescindível da tua parte e da parte de outros (família, pastores, amigos, etc…) para o teu desenvolvimento musical e ministerial?
R: O apoio de ambos, a liberdades que meus pais me deram pra fazer o que eu gosto.

14-Dos teus solos gravados nos cds da Promessa D e Carlinhos Felix, qual é o seu preferido? E qual você considera mais bonito?
R: Isso não se faz!(risos)…Gosto de todos porém o mais empolgante é o “Nunca mais vou esquecer” e o mais bonito é o “Lutai” do mesmo cd.

15-Como foi participar da gravação de um DVD ao vivo?
R: Diferente de tudo que havia feito, pois foi meu 1º DVD, porém estava seguro do que tinha que fazer e fiquei tranqüilo.

16-Fale-nos um pouco sobre o que é o projeto “MAIS FELIZES”
R: Nós da “promessa d” sempre tivemos no coração de ajudar socialmente as pessoas que precisam, infelizmente não temos tido um mídia forte pra poder fazer mais, mas basicamente tiramos uma parte de tudo o que a banda arrecada com as apresentações que fazemos, isso inclui também os cd’s e camisas e etc…mas só o que vendemos nas apresentações e não o que é vendido nas lojas pois não temos acesso ainda as lojas devido a gravadora.É um projeto particular da banda.

Adson Sodré

17-Diga-nos o que acha desse trabalho que o GUITAR GOSPEL está desempenhando ao levar instrução aos músicos cristãos.
R: Muito bom e necessário, espero que a galera aproveite bem esse trabalho do Guitar Gospel.

18-Deixe um recado para os guitarristas que estão começando agora a trilhar o seus caminhos diante do Senhor.
R: Galera, só Jesus tem palavra de vida eterna, não se deixe enganar pelas propostas do mundo, e lembre-se que Deus é o criador da música então, nada melhor do que ficar perto Dele, não marque bobeira. Fiquem com Deus e até nos vermos por aí ou o céu!

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Ideias para Vender seu serviço IPTV.

Muitas pessoas não conseguem, mas trabalhar com vendas na Internet é super recompensador quando feito da maneira correta. É sabido que muitos acham difícil vender algum produto ou serviço online. E, verdadeiramente não é fácil. Para um “marinheiro de primeira viagem”, realizar uma venda na WEB tem que saber os macetes. Mesmo porque, essa pessoa normalmente não tem um blog ou um site, que poderia lhe milhares de visitas ao mês.

revenda iptv para conhecidos
Revenda IPTV

Parar começar a vender recomendo oferecer para seus conhecidos amigos de culto, conhecidos da igreja seus colegas de trabalho essa é uma maneira fazer a primeira venda o sistema iptv é muito bom pois o pagamento é recorrente ou seja todos os mês vai ter esse valor.

Porém, hemos de concordar que é possível. E, no meu entender, uma oportunidade na qual não se necessite de mensalidades, vale a pena participar. Pois, uma pessoa que esteja pensando em “seguir” uma carreira online precisa vender algo. É de praxe, basta que o internauta acesse qualquer blog sobre Internet Marketing da atualidade que se deparará com um sistema de afiliados a venda. Ou, um e-book oriundo de um sistema de afiliados o que mais da retorno é a revenda iptv

Um Sistema Que Vale a Pena Conferir.

Um jeito muito bom é trabalhar em casa com o sistema grana Mundial. É um modo de se ganhar dinheiro super conhecido na Internet. Que, aliás, poucos sistemas oferecem tamanha credibilidade. Ele oferece prêmios em dinheiro sem sorteios, para os afiliados que alcançam maior número de vendas. Além disso, distribui prêmios, como por exemplo, celulares, câmeras digitais, TVs LCD e outros prêmios, também sem sorteios.

Outro diferencial é o suporte que o sistema oferece. Realmente muito bom, respondem à emails rapidamente, fornecem um verdadeiro arsenal de dicas sobre divulgação, entre outros detalhes.Para quem se interessou, o valor da adesão é de inicial é R$60.00 para um painel com 5 créditos mais ele vai baixando de acordo com a quantidade de clientes conseguir.

revenda iptv com painel gratis

Como Divulgar a lista iptv e cs?

Há inúmeras formas, o próprio Grana Mundial mesmo, dá inúmeras dicas no escritório virtual de afiliado. Postando em classificados gratuitos, em buscadores gratuitos. Outra forma bastante interessante é fazer um vídeo, falando sobre o programa. Haja vista que, o Google é apaixonado por vídeos do Youtube. Para fazer um, basta criar uma conta Google, acessar o Youtube usando a mesma conta e usar a webcam para gravar o vídeo mostrando que revenda cs é muito simples para ganhar dinheiro.

Outro modo que pode dar bastante certo é usar o Messenger do Yahoo Brasil. Eu mesmo, antes de ter sites e blogs, divulgava meus links de afiliados lá.  Pois, ao fazer o login no messenger, o usuario tem a seu dispor, inúmeras salas de bate-papo. Muito bom para amizades e também vendas. Portanto, para quem quiser “baixar” o skype será uma ótima ideia de suporte para seus clientes.

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Oferecer experiência ao fiel, ajuda na aquisição do produto

O conceito “tryvertising” foi  divulgado em uma matéria do jornal e revista Meio e Mensagem onde aponta o Clube Amostra Grátis que tem lançamento marcado para 11 de maio (em um espaço de 400 metros quadrados na Vila Madalena), a Sample Central deve abrir suas portas no fim de junho, na Rua Augusta, em um salão de 250 metros quadrados.

Possibilitar que a pessoa experimente o produto (daí o “try”) e depois dê a sua opinião sobre ele é a engrenagem que move esse modelo. Como quem paga a conta são as empresas que expõem os artigos, o custo para o consumidor é quase nenhum. E não são só artigos simples que podem ser levados para casa, não. Em ambas as lojas há produtos de até R$ 100.
Franquia da Sample Lab, criada no Japão em 2007, a Sample Central tem investimentos de R$ 4 milhões e abrirá espaço para que qualquer pessoa acima de 16 anos torne-se sócia. Esse processo poderá ser feito através do site samplecentral.com.br – que a partir do fim do mês de abril aceitará os cadastros. O interessado paga R$ 15 por uma carteirinha, pode ir à loja uma vez por dia e escolher para chamar de seu até cinco produtos diferentes a cada visita. Artigos acima de R$ 100 só serão testados no próprio local, e os estoques, renovados de 15 em 15 dias.

As visitas à loja, porém, precisam ser agendadas. “Queremos garantir que a experiência de consumo seja o mais bacana possível. Por isso, vamos limitar o atendimento para até 70 pessoas por hora”, diz João Pedro Borges Badue, sócio da Sample Central ao lado do publicitário Celso Loducca, da agência Bullet, do Ibope, e dos fundos Calés Investimentos e DGF Investimentos.

Depois da visita, a expectativa é de que o consumidor responda a um questionário sobre os produtos que levou – o que garante o feedback das marcas participantes. Em troca, os clientes ganham pontos em um programa de fidelidade que lhes garante participar de promoções ou levar para casa mais produtos.

“Os resultados da loja de Tóquio mostram que 94% das pessoas preenchem o questionário e 76% compram o produto após ter tido a experiência”, revela Badue. Como no Japão L’Oréal, Nestlé, Nintendo, Panasonic, P&G, Sony e Unilever participam da Sample Lab, a expectativa é de que a loja do Brasil também conte com essas e outras marcas como parceiras.

Mesmo modelo
Já o Clube Amostra Grátis é pilotado pelos empresários paulistanos Luiz Kajibata Gaeta e Denis Shimada. Embora não seja uma franquia, também se inspira em modelos internacionais, como a própria Sample Lab de Tóquio, Esloúltimo (da Espanha), SamplePlazza (da China) e o SampleU (dos Estados Unidos).

A lógica é a mesma: o consumidor visita a loja e leva para casa cinco produtos (desde que nenhum seja repetido). Depois preenche um formulário dando o seu parecer sobre os artigos. No Clube Amostra Grátis, porém, os clientes só poderão fazer uma visita por mês. E quando voltarem à loja para levar novos itens, caso ainda não tenham preenchido as pesquisas de opinião, deverão fazê-lo para poder ficar com novos produtos. A taxa de adesão será de R$ 15, e a de anuidade, de R$ 35.

Bebidas, energéticos, laticínios, sorvetes, vestuário e tecnologia – a loja contará com tudo isso. “Já estamos no projeto há nove meses e a maior dificuldade foi achar um local favorável para esse tipo de negócio. Escolhemos a Vila Madalena por ser um lugar onde tem muita gente antenada e ligada nas novidades”, conta Gaeta.

O Clube Amostra Grátis trabalhará com lançamentos e também com artigos já no mercado. “O projeto diminui a possibilidade de erro no lançamento de produtos e permite até corrigir algum posicionamento de produtos que já estão no mercado”, complementa Gaeta. Como de graça quase tudo é bom, quem deve gostar da ideia é mesmo o consumidor.

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Como vender mais no Dia das Mães artigos religiosos

Assim como no varejo tradicional, o Dia das Mães é a segunda data mais lucrativa para o comércio eletrônico religioso, atrás apenas do Natal.

As promoções no meio virtual serão intensificadas neste ano e o volume de vendas deve ser ainda maior devido às promoções que serão feitas pelas lojas, motivando os filhos a escolherem o presente que desejam dar às suas mães através da internet.

O varejo como um todo está muito aquecido. E com o crescimento do acesso à internet entre a classe C, teremos novos consumidores no meio virtual.

Estatisticamente, as vendas para do Dia das Mães começaram dia 25 de abril e vai até 9 de maio. Pesquisas revelam uma relativa importância no Dia das Mães, principalmente se compararmos com o Dia dos Pais ou o Dia das Crianças.

O consumidor que deseja presentear sua mãe com produtos de maior valor agregado aproveita as oportunidades que o comércio eletrônico oferece com a vantagem de poder parcelar suas compras em até 12 vezes sem juros ou até acima deste prazo, o que acaba abrindo espaço para a compra de presentes mais caros.

Para as empresas que vendem os seus produtos ou serviços na internet, vale observar os alertas que a advogada Valéria Reani escreveu na coluna Falando Sério no Portal Barão Geraldo e que neste blog são dicas para vender mais, vendendo melhor.

*Não enviar ou entregar ao consumidor, sem solicitação prévia, qualquer produto ou serviço;

*Cumprir o prazo de entrega do produto ou de execução do serviço;

*Informar previamente das despesas de remessa do produto;

*Não executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento;

*Oferecer todas as informações sobre a empresa na Loja Virtual.

*Fornecer todas as informações sobre os procedimentos para reclamação, devolução do produto prazo para entrega, despesas com fretes e taxas adicionais.

*Adicionar na Loja Virtual as medidas que o site adota para garantir a privacidade e segurança dos usuários.

*Fornecer serviço de atendimento ao vivo ou via telefone para que o consumidor possa solucionar todas as dúvidas e acompanhar o andamento de sua compra.

*Dê preferência as ferramentas como o Sedex a cobrar, dos Correios.

*Ofereça sistema de pagamento de sites especializados, reconhecidos publicamente, que intermedeiam o processo de pagamento, como PagSeguro da UOL. Porque, o cliente pode manter o registro de tudo que for realizado.

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Escolha o amarelo para ir no culto

Não vai abusar dos tons sóbrios durante todo o outono e inverno no templo, é chegada a hora de investir nas cores alegres.

O amarelo vai ser uma das principais tonalidades para ir no culto!

A cor da estação, eleita pela Pantone é a Buttercup. Para quem não sabe, Pantone é uma empresa americana, com sede em Nova Jérsei, conhecida no mundo todo por apresentar um sistema de cor. Muito comum no universo gráfico e consequentemente na moda, o fato é que a Pantone dita e antecipa tendências. Fundada em 1962 por Lawrence Herbert, a Pantone começou sua história produzindo cartões de cores para as companhias de cosméticos e no ano seguinte desenvolveu o primeiro sistema de cores. A Pantone anuncia e todas as revistas e sites de moda replicam.

Para muitas este pode ser um tom complexo e difícil de render produções bacanas e sofisticadas. Há também quem pense que loiras não costumam ficar bem de amarelo ou mesmo que o tom é descontraído demais para ambientes formais. Seja quais forem suas conclusões, o fato é que a Buttercup ou na tradução “botão de ouro” o amarelo pode sim ser chique e elegante. A dica é simples, se o dress code exigir traje formal, uma boa opção é  apostar justamente nos acessórios. As cravações em citrino costumam ser mais discretas do que um look monocromático amarelo e rendem um ponto de luz muito charmoso.

A Buttercup contrasta com os tons pastel mais suaves que, nesta temporada, fazem parte das coleções dos designers de moda. O amarelo reluzente lembra dias de verão felizes e temperaturas quentes, tal como todos nós desejamos para o Verão.

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A história da conversão das irmãs chinesas

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As irmãs chinesas que decidiram revelar a nova fé para seus familiares vivem agora uma situação difícil. “Quando nosso pai faleceu éramos pequenas e nossa mãe assumiu a responsabilidade da família até adoecer. Um casal vizinho fez a gentileza de visitar a mamãe regularmente e passava o tempo com a gente. Através do casal, ela aceitou Jesus e começou a melhorar a cada dia. Nunca tinha visto ela tão bem, ficou tão vigorosa que chegou a tingir o cabelo, se arrumava e nos levava para viagens divertidas com alguns amigos”, conta Bella*.

“Um dia, ela simplesmente não acordou. Ficamos tristes, mas, hoje, entendemos que foi Deus quem providenciou o descanso dela, já que tinha se sacrificado tanto por nós. Então fomos morar com um tio. Ninguém da família sabia da nossa conversão, e numa noite, durante o jantar, meu tio questionou sobre nossos amigos cristãos, e eu decidi contar a verdade. Ele estava com uma faca na mão e ficou em silêncio, quando fiz o apelo para ele também aceitar Jesus, ele ficou furioso, apontou a faca na nossa direção e disse que envergonhamos nossa família”, conta Amanda*.

E Bella acrescentou: “A TV estava ligada, e naquele instante veio a notícia sobre os 21 egípcios mortos brutalmente pelo Estado Islâmico. Outro tio aproveitou a oportunidade e disse que todas as peregrinações à Meca não valeram de nada, porque um grupo radical estava cometendo crimes bárbaros e também sujando o nome da família islâmica. Mas ele continuou furioso e virou as costas. Uma parte da nossa família preferiu manter segredo e a outra parte está contra nós. Mas estamos aliviadas, porque agora nosso amor por Jesus não é secreto. Por favor, orem por nós para que eles também se convertam”, pede Bella e finaliza.

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